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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Audiência pública discute situação do Aeroporto de Ribeirão Preto

Audiência pública discute situação do Aeroporto de Ribeirão Preto
Padilha participou de debate na Câmara
 dos Deputados. (Foto: Elio Salles/SAC) 
Em audiência pública realizada nesta quinta-feira (26) na Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), o ministro da Aviação, Eliseu Padilha, afirmou que a expectativa é licitar as obras do Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP), no primeiro semestre de 2016. Para isso, será necessário cumprir os cronogramas apresentados pela Secretaria de Aviação da Presidência da República e pela Secretaria Estadual de Logística e Transportes de São Paulo.

Segundo o ministro, o aeroporto de Ribeirão Preto é importante para o Programa de Aviação Regional e para a região, pois movimenta mais de 1,1 milhão de passageiros por ano. "Se o cronograma for cumprido, no primeiro trimestre deveremos ter a conclusão do Anteprojeto e, em seguida, ter a licitação do projeto da obra", pontuou Padilha.

Hoje, o Leite Lopes tem um Terminal de Passageiros com 4 mil m², pátio de aeronaves de 42 mil m² e pista de pouso e decolagem com 1.800 x 45m. O projeto da Secretaria de Aviação prevê a construção de um novo terminal de passageiros, com 30 mil m², com oito pontes de embarque; ampliação da pista de pouso e decolagem em 500m (dimensão final 2.600 x 45m), reforma e ampliação do pátio de aeronaves (totalizando 78 mil m²) e a reforma e ampliação da Seção Contraincêndio.

Simultaneamente às obras do Governo Federal, o Estado de São Paulo deverá encaminhar a desapropriação de aproximadamente 390 mil m² e a construção do Mergulhão da Av. Thomás Alberto Whately. De acordo com o secretário de Logística e Transportes de São Paulo, Duarte Nogueira, todas as questões de natureza técnica e ambiental referentes ao Aeroporto Leite Lopes estão sendo cumpridas à risca. "Vamos cumprir o cronograma juntos", concluiu Nogueira.

INTERNACIONALIZAÇÃO - Em relação à internacionalização, o ministro Eliseu Padilha informou que, por parte da Secretaria, o aeródromo já possui o registro para receber cargas internacionais. O superintendente do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), Ricardo Volpi, presente na audiência, também confirmou que o Leite Lopes já pode operar cargas internacionais. Segundo ele, a licitação feita para a operação de cargas não previa qualquer investimento ou ampliação da pista.

PRÓXIMOS PASSOS
1. Aprovação final pela Secretaria de Aviação e Daesp dos estudos conceituais do Terminal de Passageiros e Seção Contraincêndio, previsto para dezembro de 2015;
2. Conclusão do Plano de Controle Ambiental, previsto para 2015;
3. Conclusão do Anteprojeto (infraestrutura, edificações e ambiental) para o primeiro trimestre de 2016;
4. Licitação dos projetos executivos e obras.

O QUE FOI FEITO
Em relação aos estudos executados pela Secretaria para o aeroporto de Ribeirão Preto, dentro do Programa de Aviação Regional, foram concluídos:
1. Projeção de demanda, em junho de 2013;
2. Estudos de Viabilidade Técnica, em novembro de 2014;
3. Estudo Preliminar, em novembro de 2014;
4. Licenciamento ambiental (ratificada pela Cetesb a Licença de Operação e Regularização), em abril de 2015;
5. Levantamento topográfico, em maio de 2015.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Brasil é o quarto país mais bem avaliado em segurança operacional da aviação

Brasil é o quarto país mais bem avaliado em segurança operacional da aviação
Uma auditoria da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) declarou que o Brasil é o quarto no ranking de segurança operacional da aviação no mundo, atrás apenas da Coreia do Sul, Cingapura e Emirados Árabes Unidos. A posição é resultado da avaliação do Universal Safety Oversight Audit Programme - Continuous Monitoring Approach (USOAP CMA), programa lançado em resposta às preocupações sobre a adequação da segurança operacional na aviação em todo o mundo. O resultado preliminar obtido pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) mostra que o País obteve 96,49% de conformidade com as normas do programa.

Terceiro maior mercado de aviação do mundo, o Brasil deu um salto de 17 posições no ranking de segurança operacional da aviação civil em relação à última auditoria realizada pela OACI. Em 2009, a Agência obteve nota de 87,6% e passou a ocupar a 21ª posição nessa avaliação. A próxima auditoria da OACI no Brasil deve ocorrer em 2017.

O USOAP tem como objetivo promover a segurança operacional da aviação global por meio de auditorias e missões presenciais regulares dos sistemas de vigilância de segurança em todos os 191 Estados-Membros da OACI. A auditoria foi realizada na sede da ANAC, em Brasília (DF), de 9 a 13 de novembro. Os resultados revelam o trabalho permanente da Agência na regulação e gerenciamento da segurança operacional. Em julho deste ano, a ANAC também obteve bom desempenho na auditoria do USAP (Universal Security Audit Program), programa similar da OACI direcionado à área de segurança contra atos de interferência ilícita, alcançando 97% de conformidade.

Fonte: Secretaria de Aviaçã Civil

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Atletas de bocha paralímpica aprovam acessibilidade no Galeão

Atletas de bocha paralímpica aprovam acessibilidade no Galeão
Para auxiliar os operadores aeroportuários e companhias aéreas,
 foi lançado o Guia de Direitos e Acessibilidade do Passageiro
O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, passou por importante teste de acessibilidade ao recepcionar, no início da semana passada, e embarcar, no último domingo (15.11) e segunda (16.11), as delegações que participaram do Torneio Internacional de Bocha. O evento-teste da modalidade foi realizado no Riocentro de 12 a 14 de novembro. Entre brasileiros, israelenses, russos, portugueses e britânicos, passaram pelo Galeão 18 cadeirantes, considerando atletas e comissão técnica.

A reportagem do brasil2016.gov.br acompanhou no domingo o embarque das delegações de Israel e Rússia, que juntas contabilizam sete passageiros em cadeiras de rodas. As equipes chegaram ao Terminal 1 do Galeão cerca de três horas antes do voo, em vans acessíveis fornecidas pelo Rio 2016. Os atletas desceram dos veículos já em suas cadeiras – incluindo as motorizadas, que são maiores – por meio de pequenos elevadores acoplados às vans. As delegações receberam apoio de representantes do operador do aeroporto, o Riogaleão, e do Rio 2016 durante os procedimentos de check-in, passagem pelo detector de metais, área de controle da Polícia Federal e, por fim, na entrada na aeronave, momento em que os agentes da companhia aérea auxiliaram na retirada dos atletas das cadeiras, no envio delas para a área de bagagens e na acomodação dos passageiros.

“Todos foram muito receptivos e prontos para ajudar o tempo todo. Em cada passo dos procedimentos nós fomos auxiliados. Normalmente, por causa das cadeiras de rodas, temos que esperar muito, e aqui não foi assim”, disse Yulia Grevtseva, especialista esportiva da Federação Russa de Bocha.

David Smith, atleta da delegação britânica, destacou a eficiência na chegada ao Rio de Janeiro. “A chegada foi boa e bem preparada. Pegaram os nossos passaportes já no avião. Então nós literalmente saímos, pegamos as cadeiras e fomos ao hotel. O voo chegou super tarde da noite e estávamos muito cansados. Foi ótimo ter ido diretamente para o hotel”, explicou.



DESAFIO
 - O trabalho foi supervisionado pelo Comitê Técnico de Operações Especiais (Ctoe) da Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero). “Para nós, os Jogos Paralímpicos representam um desafio ainda maior que os Jogos Olímpicos. O evento-teste é uma excelente oportunidade pra testar os fluxos previstos no Manual de Planejamento do Setor de Aviação Civil para os Jogos. Observamos desde o desembarque dos atletas da aeronave até a saída no meio-fio, assim como o contrário, da chegada ao meio-fio até a entrada na aeronave. De maneira geral, a avaliação é positiva”, disse Thiago Meirelles, coordenador do Ctoe e coordenador geral de Investimentos do Departamento de Gestão Aeroportuária da Secretaria de Aviação Civil (Sac).


O Ctoe reúne integrantes da Sac, da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), do Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos e da Casa Civil. Além de representantes desses órgãos, os procedimentos no Galeão com as delegações da bocha foram acompanhados pela Autoridade Pública Olímpica.

“O trabalho é feito o tempo todo em parceria com o operador aeroportuário – o Riogaleão – e com as companhias aéreas nacionais e internacionais, no sentido de a gente criar procedimentos-padrão no embarque e no desembarque desses atletas, para prestar o mais digno atendimento. Temos também o Comitê Rio 2016 que tem dado todo o suporte no embarque e desembarque. A gente percebe uma integração elevada do Comitê com o operador do Galeão e as empresas aéreas”, afirmou Meirelles.

LEGADO - Para auxiliar os operadores aeroportuários e companhias aéreas, foi lançado, na semana passada, o Guia de Direitos e Acessibilidade do Passageiro, que esclarece responsabilidades e deveres na garantia do atendimento íntegro às pessoas que precisam de assistência especial. A cartilha reforça, por exemplo, os prazos para serem oferecidos equipamentos de embarque como o ambulift ou rampas nos aeroportos. Um grupo de trabalho, coordenado pela Sac, também foi criado, em outubro, para orientar a padronização dos procedimentos entre operadores e companhias aéreas, com base na resolução 280/2013 da Anac, que dispõe sobre acessibilidade nos aeroportos.

“Com o grupo de trabalho, a gente espera ter essa padronização e não ter problemas nos Jogos. Mas o mais importante é que isso sirva como legado para o nosso país, porque não adianta pensar no período dos Jogos, os procedimentos de acessibilidade devem ficar como legado para o sistema aeroportuário brasileiro”, finalizou Thiago.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil - Com informações do Portal Brasil2016.gov.br 

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Aeroporto de Guarulhos foi o que mais evoluiu no terceiro trimestre

Dos 20 indicadores avaliados que dependem diretamente da sua administração, 18 tiveram aumento no comparativo entre o 3º trimestre de 2014 e 2015
O Aeroporto Internacional de Guarulhos teve melhora em 18 dos 20 indicadores ligados diretamente ao operador aeroportuário. Com isso, registrou alta de 27,5% se comparados os terceiros trimestres de 2014 e de 2015. Com o resultado, o terminal passou de último colocado na satisfação geral daquela edição para segundo na Pesquisa deste ano, com a nota 4,41, segundo avaliação dos passageiros entrevistados.
Na opinião do diretor de Gestão de Aeroportuária da Secretaria de Aviação, Paulo Henrique Possas, é perceptível que os indicadores que dependem diretamente da gestão melhoraram muito em Guarulhos, assim como em Viracopos e Curitiba. “Isso mostra a importância da pesquisa para os gestores aeroportuários. Eles estão estudando os resultados e trabalhando em cima de seus indicadores para conseguir essa melhoria na qualidade e na percepção do passageiro”, pontou Possas.
Para os entrevistados, os indicadores ligados ao aeroporto que tiveram maior avanço de um ano para cá foram disponibilidade de tomadas, limpeza dos sanitários, disponibilidade de assentos na sala de embarque, disponibilidade de sanitários e limpeza geral do aeroporto.
Dos 47 indicadores de qualidade da pesquisa (o 48º é a pergunta sobre a satisfação geral com o aeroporto), 20 são de responsabilidade exclusiva do aeroporto, 12 se referem à parte comercial do terminal, sete são ligadas às companhias aéreas, seis a órgãos públicos e dois a transportes. Nesta rodada, apenas o agrupamento da área comercial do Aeroporto de Guarulhos ficou nota inferior a 4 (3,72).

AVANÇOS
Além dos indicadores do aeroporto, outros agrupamentos tiveram resultados positivos que ajudaram Guarulhos a ser o segundo melhor avaliado. Destaque para a área de transportes, que, no comparativo com 2014, teve melhoria de 31% e a disponibilidade de táxi subiu 20% na avaliação dos entrevistados. Já a expansão da área comercial de 102 lojas para 244, ampliando a variedade de opções aos viajantes e, por consequência, reduzindo o tempo de fila, garantiu um avanço de 21,5% para o terminal. Nos quesitos referentes às companhias aéreas também apresentaram aumento de 7% e os órgãos públicos de 8%.
Fonte: Secretaria de Aviação Civil

terça-feira, 10 de novembro de 2015

84% dos passageiros avaliam bem aeroportos do Brasil

A satisfação geral do passageiro medida pela Secretaria de Aviação nos 15 aeroportos que movimentam 80% das pessoas que viajam de avião no Brasil alcançou a nota mais alta desde que a Pesquisa Permanente de Satisfação do Passageiro começou a ser feita, em janeiro de 2013. Em uma escala de 1 a 5, a nota média apurada no 3º trimestre de 2015 foi de 4,15. A série histórica manteve evolução crescente e a tendência é de alta. 84% dos 13 mil passageiros ouvidos nos meses de julho, agosto e setembro deram notas de 4 a 5 para seus aeroportos. Somente 3% avaliaram como ruim ou muito ruim. A pesquisa registrou um aumento de 3% nas notas 5 e 33 dos 48 indicadores medidos tiveram notas acima de 4. Apenas 3% dos entrevistados avaliou os aeroportos como ruins ou muito ruins.

Guarulhos foi o aeroporto que mais melhorou em relação a si mesmo. Perguntados sobre a satisfação geral com o terminal, os passageiros deram nota média de 4,41. No trimestre anterior – abril, maio e junho, haviam dado 4,04. Há um ano, 3,46. Curitiba continua o aeroporto mais bem avaliado do País. Conquistou 4,51, a nota mais alta conferida pelos passageiros entre os 15 aeroportos pesquisados. É a primeira vez que a pesquisa registra nota acima de 4,50 para satisfação geral com o terminal. No trimestre anterior, havia obtido 4,43. O terceiro aeroporto mais bem avaliado é Recife, com 4,39. Recife foi o grande vencedor do prêmio Aeroportos + Brasil 2014.


PERGUNTAS ESPECÍFICAS PARA PASSAGEIROS COM DEFICIÊNCIA

Esta é a 11ª rodada trimestral da pesquisa feita pela Praxian – Business & Marketing. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de 5%. Nos 33 meses em que é realizada, a média da satisfação geral dos passageiros com os 15 aeroportos evoluiu de 3,81 para 4,15, uma diferença de 0,34 décimos. Na 1ª rodada da pesquisa, feita no 1º trimestre de 2013, só 3 dos 14 aeroportos dos obtiveram notas acima de 4 (São Gonçalo do Amarante, em Natal, ainda não havia sido inaugurado). Neste 3º trimestre de 2015, 11 em 15 terminais tiveram notas acima de 4, meta acordada entre a Secretaria de Aviação, autoridades e gestores aeroportuários.

A partir do próximo ano, a pesquisa terá perguntas específicas, dirigidas aos PNAEs (Passageiros com Necessidade de Atendimento Especial), para medir a qualidade da acessibilidade do terminal. Serão três perguntas no embarque: qualidade da acessibilidade no aeroporto, disponibilidade de vagas reservadas no estacionamento e disponibilidade de assentos reservados para pessoas com cadeiras de rodas e seus acompanhantes. E uma no desembarque: sobre como foi feito seu desembarque (em ponte de embarque, Sistema ELO, Ambulifit, Cadeira robótica, Rampa Móvel ou outro). Como o passageiro sai de um lugar e vai para outro, as perguntas são feitas no embarque e no desembarque, porque medem a satisfação do passageiro com um aeroporto específico.

Também será incluída uma pergunta sobre a sinalização que orienta os passageiros dentro dos aeroportos. Vários aeroportos têm boa quantidade de tomadas e mesmo assim o indicador teve a 41ª nota mais baixa na média geral (3,6), porque são mal sinalizadas.

A Secretaria modificará, ainda, a pergunta sobre o custo da alimentação nas lanchonetes e restaurantes. Vai perguntar sobre o custo, mas também se o passageiro percebe algum benefício. Este é o indicador que tem as notas mais baixas desde o início da pesquisa. Neste trimestre, a nota é 2,5, a pior entre todos os indicadores.

CAI SATISFAÇÃO NOS AEROPORTOS DO RJ

Nesta última rodada, os passageiros deram notas inferiores a 4 a quatro aeroportos. No 2º trimestre, só Cuiabá e Salvador tinham notas abaixo de 4. Neste 3º trimestre, os dois principais aeroportos do Rio de Janeiro tiveram notas mais baixas do que na rodada anterior. O Galeão caiu de 4,13 para 3,95 de um trimestre para o outro; o Santos Dumont, de 4,09 para 3,99; Salvador e Cuiabá mantiveram notas abaixo de 4, o aeroporto baiano com 3,73 e o mato-grossense com 3,35.

A queda da nota do Galeão coincide com a ampliação das obras no terminal. O aeroporto está se preparando para receber a maior parte da movimentação de dois milhões de passageiros esperados para a Olimpíada. No Santos Dumont, coincide com o impacto meteorológico nos meses de julho, agosto e setembro, que provocou seguidas vezes o fechamento do aeroporto. O terminal, que abriga uma das quatro pontes aéreas mais movimentadas do mundo, movimentou 10 milhões de passageiros em 2014.

Dos 48 indicadores medidos no Galeão, os passageiros deram notas acima de 4 a 29 no 2º trimestre. No 3º, a 23. Entre os indicadores que tiveram notas mais baixas estão “Informação nas esteiras de restituição de bagagens”, de 4,75 para 3,92; “Painéis de informação de voo”, de 4,01 para 3,92; e “Conforto na sala de embarque”, de 3,90 para 3,75.

O salto da nota de Guarulhos na satisfação geral é fruto da melhoria em 45 dos 48 indicadores da Pesquisa. Além disso, soma-se os investimentos no terminal 3, com 20 novas pontes de embarque e capacidade para 12 milhões de passageiros/ano; a ampliação da área comercial, que agora conta com 239 lojas, livrarias, bares e restaurantes; e a inauguração do primeiro hotel dentro de um terminal concedido, com oitenta quartos para uso exclusivo de viajantes em conexão e da tripulação de voos internacionais. Guarulhos é o maior aeroporto do País. Em 2014, movimentou 40 milhões de passageiros, o 29º maior fluxo do mundo.

Além destes aeroportos, aparecem empatados, em 4º lugar na satisfação geral do passageiro, os aeroportos de Natal e Campinas, cada um com 4,36, e em ascensão se comparados ao 2º trimestre de 2015. A facilidade para realizar conexões em Natal emplacou nota 5. As salas vip de Campinas e Brasília também receberam nota 5. Além disso, serviços de check-in foram bem avaliados em todos os terminais: o tempo de fila no guichê e no autoatendimento, por exemplo, ficaram com médias acima de 4.

SERVIÇOS

Os itens de tecnologia ainda são oferecidos em qualidade abaixo das expectativas dos passageiros. A disponibilidade de tomadas, por exemplo, só é muito boa em Campinas – os demais 14 aeroportos obtiveram nota abaixo de 4. Já a qualidade da internet sem fio (wi-fi) disponível nos terminais é avaliada como ruim ou muito ruim nos 15 aeroportos pesquisados.

Entre os itens essenciais, a disponibilidade de sanitários, por exemplo, é considerada muito boa em 11 aeroportos. Há dois anos, apenas seis terminais tinham avaliação acima da nota 4 neste indicador. A limpeza dos banheiros apresentou nota média acima de 4 em nove aeroportos. Os passageiros também classificaram a limpeza geral do terminal como muito boa em 14 aeroportos.

Os cinco indicadores que mais influenciaram os passageiros quando perguntados sobre sua satisfação geral com os aeroportos no trimestre foram, pela ordem: conforto na sala de embarque, limpeza geral, conforto acústico, conforto térmico e disponibilidade de sanitários.

Curitiba liderou as notas dos indicadores conforto térmico e acústico do terminal, com 4,55 e 4,57, respectivamente. Viracopos e Natal lideraram nos demais. Viracopos em disponibilidade de sanitários (4,70) e limpeza geral do aeroporto (4,74) e São Gonçalo do Amarante em conforto na sala de embarque (4,60).



Fonte: Secretaria de Aviação Civil

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Ministro Eliseu Padilha participa de inauguração de voo regional no Rio Grande do Sul


Ministro Eliseu Padilha participa de inauguração de voo regional no Rio Grande do Sul
Padilha durante a solenidade.
O ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, voou, nesta terça-feira (27), de Porto Alegre a Uruguaiana (RS), com diretores e o presidente da companhia aérea Azul, Antonoaldo Neves. Autoridades do Rio Grande do Sul também estiveram presentes. Esse foi o primeiro voo da retomada da aviação regional gaúcha, fruto de pacto formado na segunda-feira (26), no Palácio Piratini, na sede do governo estadual.

Questionado sobre a importância do primeiro voo, Padilha disse que este voo é mais uma prova de acerto da presidenta Dilma Rousseff ao definir como prioridade da Secretaria de Aviação Civil o projeto dos aeroportos regionais.

O programa de aeroportos regionais disciplina a habilitação de 270 aeroportos em todo o Brasil, sendo 15 aqui no Rio Grande do Sul, com padrão estabelecido pela Oaci (Organização de Aviação Civil Internacional), para a operação de voos regulares. Isso impulsionará o desenvolvimento regional em todo o território nacional, com incremento das atividades econômicas, do turismo e do atendimento à saúde e da vida, salientou o titular da Aviação Civil.
Ministro Eliseu Padilha participa de inauguração de voo regional no Rio Grande do Sul
Na chegada a Uruguaiana, as autoridades
foram recepcionadas pelos representantes locais.

“Esse voo faz com que a região possa ter negócios. Suas belezas naturais também serão reconhecidas. Com a aviação regional podemos potencializar o turismo local. Uruguaiana chega ao patamar de polo de desenvolvimento regional sem dúvida nenhuma”, ressaltou Padilha. 

A aeronave, ao chegar em Uruguaiana, foi batizada pelos bombeiros e autoridades locais. Em solenidade no aeroporto, representantes da região e o prefeito do município, Luiz Augusto Schneider, esperavam os passageiros do voo histórico para a cidade.

Ministro Eliseu Padilha participa de inauguração de voo regional no Rio Grande do Sul
Eliseu Padilha e o deputado estadual Frederico Antunes.
Durante a solenidade no aeroporto, Padilha afirmou que “nada acontece por acaso” e citou o deputado estadual Frederico Antunes, que representa a região, por estar “sendo incansável para a luta de transformar o aeroporto de Uruguaiana em binacional brasileiro e argentino”. Com relação a Azul, o ministro falou sobre o espírito empreendedor da companhia aérea, comandada por Neves. O vice governador do RS, José Paulo Cairoli, e os secretários estaduais dos Transportes, Pedro Westphalen, e do Turismo Juvir Costella, participaram da cerimônia.

A SAC tem estudos que compravam que a Aviação Civil crescerá, em média, 7% ao ano nos próximos 20 anos. Sem dúvida, uma atitude de grande desenvolvimento no Brasil. Tal crescimento tem como um dos pilares mais importantes, os aeroportos e a aviação regional, destacou Eliseu Padilha.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Programa gaúcho amplia rotas de voos regulares em aeroportos regionais

Programa gaúcho amplia rotas de voos regulares em aeroportos regionais O governo do Rio Grande do Sul lançou nesta segunda-feira (26) o Programa Estadual de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR-RS). Elaborado pela Secretaria dos Transportes, em parceria com as secretarias da Fazenda; do Turismo, Esporte e Lazer; e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, a iniciativa pretende promover o desenvolvimento econômico, social e turístico do Estado através da ampliação das rotas de voos regulares nos aeroportos regionais. O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, participou do evento, no Palácio Piratini. Na cerimônia, o governador José Ivo Sartori assinou também o termo de acordo com representantes da Azul Linhas Aéreas, que oficializou participação no programa.

O PDAR-RS prevê a concessão de incentivos fiscais para as empresas de transporte aéreo que aderirem ao programa, desde que garantam a operação de rotas regionais que atendam quatro ou mais municípios e que promovam e incentivem pacotes para roteiros turísticos e eventos gaúchos, entre outras iniciativas.

Instituído pelo decreto 52.607, de 16 de outubro de 2015, como instrumento da política aeroportuária do Estado, conforme atribuições estabelecidas pela lei 14.733, o programa visa permitir que todos os municípios tenham, até 2017, um aeroporto operando voos regulares num raio de até 180 quilômetros.

Segundo o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, a empresa é líder absoluta no setor no Estado e é a única que possui uma base de operações estruturada no Rio Grande do Sul. Isso nos permite operar efetivamente em todo o Estado, contribuindo economicamente com o desenvolvimento e a mobilidade de uma comunidade que tão bem nos acolheu, destacou o dirigente.

O voo inaugural da primeira rota de um total de seis da Azul, ligando Porto Alegre a Uruguaiana, está prevista para essa terça-feira (27). A aeronave que operará no trecho é o modelo turboélice ATR 72-600, com 70 assentos.

Em seu pronunciamento, o ministro Eliseu Padilha destacou a democratização do acesso da população de baixa renda ao transporte aéreo, com a redução de 48% do preço das passagens”, fato que, para ele, atribui-se à atuação livre do mercado e permite a concorrência entre as empresas. Esse cenário é propício para a regionalização dos vôos pelas companhias, e o Rio Grande do Sul soube perceber essa oportunidade e saiu na frente com seu PDAR-RS”, concluiu.

“Uruguaiana é um aeroporto regional. Estamos trabalhando para que ele se transforme em binacional. Argentina e Brasil, para que possamos ter trânsito facilitado para argentinos que queiram vir para o Brasil e dos brasileiros que queiram ir a Buenos Aires”, destacou o ministro.

Acredito que este programa é estratégico para diminuir as desigualdades econômicas e sociais das nossas regiões. É uma oportunidade que visualizamos no segmento e, com a parceria da Azul, conseguimos concretizar nesse ato”, afirmou o governador.

De acordo com o secretário dos Transportes, Pedro Westphalen, o programa originou-se na intenção do governo em democratizar o acesso ao transporte aéreo, além de garantir aos municípios maior competitividade na atração de novos investimentos e turistas.


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Projeto de Eficiência Operacional passa a ser aplicado no aeroporto de Belém

Eliseu Padilha - Projeto de Eficiência Operacional passa a ser aplicado no aeroporto de Belém
Projeto de Eficiência Operacional passa a ser
aplicado no aeroporto de Belém
O Aeroporto Internacional Júlio Cezar Ribeiro, em Belém (PA), vai iniciar a implantação da etapa um do Projeto Eficiência Operacional em Aeroportos, que consiste na melhoria com foco nos procedimentos de embarque e desembarque de passageiros, check-in, emigração e imigração, assim como o manuseio e restituição de bagagens.

Leia mais em http://goo.gl/DckKRF


terça-feira, 6 de outubro de 2015

Ministro Eliseu Padilha participa de evento sobre infraestrutura e logística

Ministro Eliseu Padilha participa de evento sobre infraestrutura e logística
(Foto: Elio Salles/PR)
O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, participou, na manhã desta terça-feira (06/10), do Painel 2015 - Pacto pela Infraestrutura Nacional e Eficiência Logística, em Brasília. Padilha falou sobre o Programa de Aviação Regional do governo federal. Além dos avanços da aviação já alcançados no Brasil. Acesse a galeria de fotos.

O objetivo do evento, que ocorre até amanhã (07/10), é de propor e discutir os caminhos que serão percorridos em decorrência do atual planejamento de intervenções na infraestrutura nacional, que estará em prática nos próximos anos.

Observar quais ações foram tomadas frente às discussões tidas no evento realizado em 2014 e diagnosticar quais assuntos permanecem ignorados pelos responsáveis pelas políticas públicas do setor.

Em consonância com as boas práticas logísticas observadas no Brasil e em outros países, o principal foco e objetivo do Painel 2015 é a disseminação do conhecimento e a unificação de interesses, a fim de racionalizar a discussão e encontrar as melhores soluções para os problemas infraestruturais brasileiros.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Ministros Eliseu Padilha e Henrique Alves assinam acordo para aeroportos cederem espaço para turismo brasileiro

Ministros Eliseu Padilha e Henrique Alves assinam acordo para aeroportos cederem espaço para turismo brasileiro
Ministros Eliseu Padilha e Henrique Alves
Os 60 aeroportos administrados pela Infraero cederão seus espaços para a promoção dos destinos turísticos nacionais e para implantação de centros de atendimento ao turista. A medida foi anunciada pelos ministros Eliseu Padilha, da Secretaria de Aviação Civil e, Henrique Eduardo Alves, do Ministério do Turismo.

Leia mais em http://goo.gl/MkGsco

Fonte: Ministério do Turismo

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Onze aeroportos regionais têm projetos em estágio avançado

Dezenove municípios no Estado de São Paulo são contemplados pelo Programa de Aviação Regional da Secretaria de Aviação da Presidência da República. Ao todo, 11 aeroportos se encontram em fase avançada de Anteprojeto, etapa que antecede o processo de licitação. 

Leia mais em http://goo.gl/n05YTg

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Turismo de Minas Gerais será fortalecido pela aviação regional

Ouro Preto e Diamantina, integrantes do circuito das Cidades Históricas de Minas Gerais pelo acervo de construções do período colonial e arquitetura religiosa, estão entre os 33 municípios no Estado contemplados pelo Programa de Aviação Regional da Secretaria de Aviação da Presidência da República. Ao todo, 270 regiões do País receberão melhorias de infraestrutura aeroportuária, fortalecendo a vocação turística. 

Turismo de Minas Gerais será fortalecido pela aviação regional - Eliseu Padilha
Berço da Inconfidência Mineira, Tiradentes será beneficiada indiretamente pelo investimento no aeroporto de São João Del Rei, cidade vizinha a 16km de distância. A região é considerada prioridade estratégica para o turismo nacional, segundo critérios técnicos do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, do Ministério do Turismo.

Em fase avançada de Anteprojeto – etapa que antecede o processo de licitação, bem como o início das obras – o aeroporto de Diamantina terá um novo pátio de aeronaves e nova taxiway, além da ampliação da pista de pouso e decolagem. Já Ouro Preto está em fase de Estudo Preliminar, quando são detalhadas as necessidades do aeródromo e definidos valores de investimento. 

O programa - O Programa de Aviação Regional foi criado em 2012 com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes das capitais brasileiras. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional.

Mais de 40 milhões de brasileiros vivem, hoje, a centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo da região. O programa trabalha para encurtar essas distâncias, aproximando moradores e turistas dos aeroportos brasileiros. O objetivo é que 96% da população esteja a, no máximo, 100 quilômetros de um terminal aeroportuário.

O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil, composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios. 

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

terça-feira, 15 de setembro de 2015

O sucesso das concessões de aeroportos

O sucesso das concessões de aeroportos - Eliseu Padilha
Por Eliseu Padilha 

Aprovadas pelos passageiros, concessões elevaram caixa da Secretaria de Aviação Civil e ajudarão na construção de mais aeroportos regionais


A Infraero foi detentora da exclusividade da operação dos aeroportos situados em capitais brasileiras até 2012. Durante 40 anos, a empresa produziu conhecimento, eficiência e experiência. A decisão da presidenta Dilma Rousseff de buscar a parceria do setor privado, para acelerar os necessários investimentos em nossa infraestrutura, fez com que tal fim chegasse também aos grandes aeroportos.

A primeira experiência de parceria, aqui para a construção e a operação aeroportuária, foi materializada com a concessão do novo aeroporto de Natal, denominado Aloísio Alves, localizado em São Gonçalo do Amarante, em 2011.

Em 2012 foram concedidos os aeroportos de Guarulhos, Brasília e Campinas (Viracopos), que estão com suas obras, compromissadas para a primeira etapa, concluídas ou muito próximas da conclusão. Em 2014 a parceria com operadores privados chegou aos aeroportos de Confins, em Belo Horizonte, e do Galeão, no Rio de Janeiro. Nestes, as obras estão no estágio inicial.

É importante registrar que nos seis aeroportos já concedidos, para elevá-los e mantê-los em alto nível no atendimento da demanda, serão investidos R$ 27 bilhões durante o prazo da concessão. Depois desse prazo, os aeroportos voltarão à posse da Infraero, sua proprietária, ou serão objeto de novo processo de concessão. Até o final de 2014 já havia sido investido, nestes aeroportos, o montante de R$ 6,85 bilhões.

Vejamos alguns indicadores do sucesso do programa, concebido e implantado no primeiro governo da presidenta Dilma: o primeiro e mais importante registro é o de que 81,4% dos passageiros, que embarcam ou desembarcam nos 15 principais aeroportos brasileiros, dizem que a operação aeroportuária em tais aeroportos é boa ou ótima. Mais de 150 mil usuários foram ouvidos em pesquisa contratada pela secretaria.

Fruto da parceria com os empreendedores privados, já foram investidos R$ 6,85 bilhões em três anos na infraestrutura de aeroportos públicos que foram concedidos.

Outro testemunho desse grande sucesso é que nos leilões para a concessão da operação de cinco dos aludidos aeroportos, o valor da outorga, somando os lances vencedores em cada certame, já garantiu ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) o montante de R$ 45 bilhões.

O sucesso das concessões é comprovado também na alta satisfação dos passageiros, no expressivo valor dos investimentos privados em aeroportos públicos e na captação para o FNAC de majestosa soma que assegura os investimentos da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República.

Esta continua avançando no aprimoramento do sistema aeroportuário do país e, em especial, na implantação da rede de 270 aeroportos regionais, que viabilizarão a integração dos brasileiros de todo país ao processo de desenvolvimento socioeconômico nacional.

Um sucesso puxa o outro. No caminho de tal desiderato, o governo federal iniciou os processos de concessões de mais quatro aeroportos: Salgado Filho (Porto Alegre), Hercílio Luz (Florianópolis), Luiz Eduardo Magalhães (Salvador) e Pinto Martins (Fortaleza).

Aberto o certame por qualificados atores do setor, foram feitos cem pedidos de autorização para participar dos Procedimentos para Manifestação de Interesse, para a elaboração dos estudos de viabilidade técnica e ambiental das obras e investimentos, com vistas a elevar seu nível de eficiência durante todo o prazo de concessão.

Cem manifestações de interesse para quatro aeroportos é uma demanda que, sem dúvida, marca o início de mais uma etapa de grande sucesso do Programa de Investimentos em Logística do governo federal. Não há dúvida de que o Programa de Concessões Aeroportuárias do governo federal é um caso de grande sucesso.


ELISEU PADILHA, 69 anos, é ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República


Artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo - 15/09/2015 - http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/233029-o-sucesso-das-concessoes-de-aeroportos.shtml

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Comitê estuda ampliar capacidade do aeroporto de Palmas para Jogos Indígenas

Comitê estuda ampliar capacidade do aeroporto de Palmas para Jogos Indígenas
O Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, em Palmas (TO), vai receber, ainda em agosto, visita técnica para medir a capacidade de pista do terminal e avaliar a necessidade de ampliar o número de pousos e decolagens no local, para atendimento aos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. A capital do Tocantins sedia o evento internacional de 23 de outubro a 1º de novembro.

A decisão foi tomada em reunião do Comitê Técnico de Operações Especiais (CTOE), grupo formado por vários órgãos do Governo Federal que integram a Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero), coordenada pela Secretaria de Aviação Civil. A comissão da visita técnica será formada por representantes do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), órgão comandado pela Aeronáutica, e da Infraero, responsável pela gestão do aeroporto de Palmas.

Na mesma reunião, a Infraero também solicitou a internacionalização provisória do terminal, no período dos Jogos, para chefes de Estado que acompanharão a competição. Neste caso, a Receita Federal teria, por exemplo, a competência de “alfandegar” o aeroporto, ou seja, implementar de forma temporária a fiscalização aduaneira.

O TRABALHO - O grupo vai avaliar as condições do aeroporto de Palmas para receber os cerca de mil atletas de 24 países que participarão da competição, além dos dez chefes de Estado que, segundo previsão, deverão visitar a cidade durante o evento. Os técnicos do CGNA e da Infraero irão avaliar itens como capacidade do pátio, categoria das aeronaves, visibilidade em situações meteorológicas, direção do vento e qualidade da pista.

As delegações internacionais devem chegar a Palmas para o evento esportivo entre os dias 18 e 20 de outubro, e a abertura do evento será realizada no dia 23. Os competidores desembarcarão no Brasil principalmente por meio dos aeroportos de Brasília (DF), Guarulhos (SP), Galeão (RJ) e Belém (PA) – no caso, os indígenas da Guiana Francesa. Apenas a delegação do Paraguai optou por chegar de ônibus à competição, em uma rota que atravessa o Mato Grosso do Sul.

DISPUTAS - As disputas na Vila dos Jogos são divididas em modalidades competitivas, demonstrativas e o chamado “jogo ocidental”. As competitivas são modalidades comuns a todas as delegações, como tiro com arco e flecha, atletismo, arremesso de lança, cabo de força, corrida com toras, lutas corporais, corrida de velocidade rústica e canoagem rústica, além do xikunahati – uma espécie de vôlei disputado em um campo de futebol e onde só se pode tocar a bola com a cabeça. As modalidades demonstrativas serão apresentadas por alguns países, em competições que são tradicionais de cada nação. O “jogo ocidental” é o futebol. 

INFRAESTRUTURA - O aeroporto de Palmas (TO) tem área total construída de 12.300m². No ano passado, 618 mil passageiros passaram pelo terminal. As dimensões da pista de pouso são 45m x 2.500m, com capacidade para operar aeronaves do porte do Boeing 767. O aeroporto tem dois pátios, um para aviação regular e outro para aviação geral.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Aeroportos concedidos são mais bem avaliados, aponta pesquisa


 

Há mais de dois anos, é permanente a evolução da satisfação geral dos passageiros com os aeroportos brasileiros. No 1º trimestre de 2013, quando foi realizada a primeira rodada da Pesquisa Trimestral de Satisfação do Passageiro pela Secretaria de Aviação Civil, só 3 dos 14 aeroportos pesquisados obtiveram notas acima de 4 (o aeroporto São Gonçalo do Amarante, em Natal, ainda não participava da pesquisa, porque ainda não tinha sido inaugurado). Já neste 2º trimestre de 2015, dez trimestres depois, 13 em 15 terminais tiveram notas acima de 4. A média foi de 4,09. Naquele 1º trimestre de 2013, essa nota era 3,86 – uma diferença de 0,27 décimos. 

O salto é considerável quando se lida com números superlativos como os registrados pelos 15 aeroportos que concentram 80% de todo o movimento de passageiros no país, 172 milhões no ano passado.

O maior aeroporto da Europa, Heathrow, em Londres, soltou um relatório para o mercado de investidores no setor quando a ACI (Airport Council International) registrou alta de 0,3 décimos na satisfação dos passageiros de 2012 para 2013. A nota para o indicador, numa escala de 1 a 5, subiu de 3,94 para 3,97. No relatório aos investidores, a direção do aeroporto informava: “Atingiu (Heathrow) um recorde de desempenho de 3,97, refletindo notável melhoria sobre o último ano”. As pesquisas da ACI e a da Secretaria de Aviação seguem metodologias semelhantes.

“Subir 0,27 décimos no conceito dos passageiros é resultado de um imenso esforço dos operadores dos terminais, que podem ser traduzidos em forte investimento em infraestrutura e melhoria constante da gestão dos negócios aeroportuários”, comemora o ministro da Secretaria de Aviação, Eliseu Padilha.

A nota 4 como meta de satisfação geral foi combinada como a ideal entre a Secretaria e os gestores dos 15 aeroportos pesquisados no 2º Seminário de Autoridades Aeroportuárias, em 2014. Eles estabeleceram que a nota mínima 4 seria um bom indicador para traduzir uma gestão eficiente. Terminaram aquele ano com média 3,94 e somente oito dos 15 aeroportos dentro da nota desejada.

Nesta quarta e quinta-feira (4 e 5 de agosto), eles estarão reunidos para o 3º Seminário de Autoridades Aeroportuárias. Só que agora vem para contar como fizeram para melhorar tanto e tão rapidamente. A ideia é compartilhar experiências bem-sucedidas de gestão. No último ano, 14 dos 15 aeroportos pesquisados conquistaram melhora em relação ao próprio desempenho. A exceção foi Salvador, que teve retração de 2,6% no período.

As 11 empresas habilitadas a fazerem os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental dos aeroportos internacionais de Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre, também foram convidadas a participarem do evento. 

CURITIBA E GUARULHOS - O aeroporto de Curitiba (PR) foi escolhido o melhor pelos passageiros, com nota média de 4,43. O que mais evoluiu foi o aeroporto de Guarulhos (SP), subiu 28,6%, em relação a si mesmo, no índice “Satisfação Geral do Passageiro”, passando de uma nota média de 3,14 no 2º trimestre de 2014 para 4,04, no 2º trimestre de 2015.

O maior aeroporto do País recebeu 39,2 milhões de passageiros em 2014 – 25,7 milhões domésticos e 13,4 milhões de origem internacional; e movimentou 504 mil toneladas de cargas no ano passado, a maior parte de origem internacional. Heathrow, que comemorou a melhoria de 0,3 décimos de 2012 para 2013, movimentou 73 milhões de passageiros em 2014.
A percepção positiva dos passageiros sobre Guarulhos foi obtida por causa das obras entregues no último ano. Essa percepção tende a crescer com a entrega das próximas obras. O foco é a modernização dos terminais 1 e 2, com conclusão prevista para o 2º semestre de 2016. O corredor de circulação nos saguões passará de 3m para 7m de largura e as áreas de check-in, restituição de bagagem e embarque e desembarque estão sendo ampliadas.

Já o Aeroporto Internacional de Curitiba, o mais bem avaliado, também liderou em 17 das 48 categorias da pesquisa. No item “Disponibilidade de Táxi” alcançou a nota máxima (5). Apenas a qualidade da Sala VIP do Aeroporto Internacional de Manaus – Eduardo Gomes (AM) conquistou a mesma menção, na opinião dos usuários.

Neste 2º trimestre de 2015, 12.700 passageiros foram ouvidos pela Praxian – Business & Marketing. A pesquisa tem confiabilidade de 95%.



PRINCIPAIS DADOS DA PESQUISA DE SATISFAÇÃO DE PASSAGEIROS

NOTAS 4 e 5
83% das notas da Pesquisa de Satisfação dos Passageiros são 4 e 5.

No segundo trimestre de 2014, esse percentual era de 69%.

SATISFAÇÃO GERAL
13 aeroportos obtiveram nota acima de 4.

No segundo trimestre de 2014, apenas 5 aeroportos tiveram essa média. 

TEMPO DE FILA DA INSPEÇÃO DE SEGURANÇA
Todos os 15 aeroportos alcançaram notas acima de 4;

No segundo trimestre de 2014, foram 12 terminais acima dessa média. 

DISPONIBILIDADE DE BANHEIRO
O número de aeroportos com nota acima de 4 passou para 10;

No segundo trimestre de 2014, seis aeroportos obtiveram essa média. 

DISPONIBILIDADE DE ASSENTOS NO EMBARQUE
O número de aeroportos com nota acima de passou para 12;

No segundo trimestre de 2014, foram 8 aeroportos acima dessa média. 

TEMPO DE FILA DE CHECK-IN (GUICHÊ)
Todos os 15 aeroportos alcançaram notas acima de 4;

No segundo trimestre de 2014, foram 9 aeroportos acima dessa média. 

TEMPO DE FILA NA IMIGRAÇÃO
O número de aeroportos com nota acima de 4 chegou a 8

No segundo trimestre de 2014, apenas 1 aeroporto passou dessa média. 

TEMPO DE FILA NA ADUANA
Dez aeroportos conquistaram nota acima de 4 nesse indicador;

No segundo trimestre de 2014, apenas 6 aeroportos conquistaram essa média. 

AEROPORTO DE BRASÍLIA
A quantidade de indicadores com notas acima de 4 passou de 26, no segundo trimestre de 2014, para 34, no mesmo período deste ano. A Pesquisa Trimestral de Satisfação do Passageiro tem 48 itens. 

AEROPORTO DE MANAUS
A quantidade de indicadores com notas acima de 4 passou de 6 para 31, comparando o segundo trimestre de 2014 com o segundo trimestre de 2015. 

AEROPORTO DE SALVADOR
A quantidade de indicadores com notas acima de 4 passou de 15 para 18, comparando o segundo trimestre de 2014 com mesmo período deste ano.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Em Porto Alegre, ministro Eliseu Padilha participa do evento Prato do Dia

Evento promovido pelo PMDB de Porto Alegre lotou para ver
o ministro Eliseu Padilha
.
O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, realizou, na sexta-feita (31/07), palestra sobre a Aviação Regional no Rio Grande do Sul. O evento foi promovido pelo PMDB de Porto Alegre e faz parte da reunião-almoço Prato do Dia. 

Confira todas as fotos da confraternização https://goo.gl/bPV5y5

Fotos: Galileu Oldenburg/Divulgação









quarta-feira, 29 de julho de 2015

Aviação Regional investirá em aeroportos de destinos turísticos do Mato Grosso do Sul

Aviação Regional investirá em aeroportos de destinos turísticos do Mato Grosso do Sul - Eliseu Padilha
Os municípios de Corumbá e Bonito estão entre os oito sul-matogrossenses que receberão as melhorias de infraestrutura aeroportuária pelo governo federal. 


Leia mais em http://goo.gl/TbBM0H


Fonte: Secretaria de Aviação Civil

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Onze grupos são habilitados a estudar aeroportos

Onze grupos são habilitados a estudar aeroportos
Onze consórcios, ou empresas individualmente, foram habilitados pelo governo para fazer os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental das próximas concessões de aeroportos. A portaria com o resultado do chamamento público para a manifestação de interesse foi assinada na quinta-feira (23/07) pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, e deve sair na edição de sexta-feira (24/07) do Diário Oficial da União.

A partir de agora, os grupos habilitados têm 90 dias para entregar os estudos. Em seguida, uma comissão formada por técnicos da SAC ficará responsável pela avaliação e seleção do material. Os estudos escolhidos vão balizar a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na preparação dos contratos e dos editais.

O governo prevê transferir à iniciativa privada mais quatro aeroportos: Salvador (BA), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC). A estimativa oficial é que haja investimentos de R$ 8,5 bilhões. Essa projeção, no entanto, ainda é preliminar e pode variar conforme os estudos.

Ao todo, 30 grupos haviam comunicado formalmente a intenção de realizar esses trabalhos. A CCR, controlada pela Andrade Gutierrez e pela Camargo Corrêa, é uma das empresas que tinham planos de fazer estudos para o aeroporto de Salvador, mas não foi habilitada. Ela já detém a operação de Confins (MG). A Odebrecht Transport, que administra o Galeão (RJ), não se candidatou.

Cinco empresas vão fazer os estudos individualmente: Triunfo, Ernst & Young, Construcap, P2 Gestão de Recursos e Prosul. As três primeiras vão desenvolver trabalhos para todos os terminais e a Prosul optou somente pelo aeroporto de Florianópolis - provavelmente o que vai ter menos exigência de investimentos.

Os outros seis grupos se aliaram em consórcios diferentes e também vão estudar todos os terminais. Um deles reúne a Corporación América, empresa argentina responsável pela operação dos aeroportos de Brasília (DF) e de São Gonçalo do Amarante (RN), e a Helport Construções.

Outro consórcio tem a Pricewaterhouse Coopers, a espanhola Idom e a consultoria brasileira Radar PPP. O terceiro grupo conta com a francesa Egis, que tem participação minoritária em Viracopos (SP), e a Concremat.

Mais três consórcios fecham a lista: Verax Consultoria, Geo Brasilis, Fernandes Arquitetos Associados e Empresa Brasileira de Engenharia de Infraestrutura; BF Capital, JGP Consultoria, Logit, Moysés & Pires e Proficenter; e Setepla Tecnometal, Sener Ingeniería y Sistemas e ATP Engenharia.

A Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP), empresa criada pelo BNDES e por oito bancos comerciais, não está na lista. Ela havia feito, até agora, todos os estudos de viabilidade dos terminais já privatizados pelo governo.

Os grupos deverão apresentar levantamentos detalhados sobre as condições de exploração dos terminais. Por exemplo: qual deve ser o tamanho dos novos terminais de passageiros, se e quando novas pistas serão construídas, quanto tempo precisará durar a concessão para recuperar os investimentos e os valores mínimos de outorga a serem cobrados.

O ministro Eliseu Padilha trabalha com a perspectiva de realizar os leilões no primeiro ou no segundo semestre de 2016. Depois do término dos estudos, ainda será necessário colocá-los em audiência pública e submetê-los à análise do Tribunal de Contas da União (TCU). A expectativa da SAC é assinar os contratos de concessão e transferir efetivamente os terminais para o setor privado em meados do ano que vem.

Fonte: Valor Econômico - www.valor.com.br 
Publicação: 24/07/2015 

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