Mostrando postagens com marcador Aviação Regional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aviação Regional. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de novembro de 2015

84% dos passageiros avaliam bem aeroportos do Brasil

A satisfação geral do passageiro medida pela Secretaria de Aviação nos 15 aeroportos que movimentam 80% das pessoas que viajam de avião no Brasil alcançou a nota mais alta desde que a Pesquisa Permanente de Satisfação do Passageiro começou a ser feita, em janeiro de 2013. Em uma escala de 1 a 5, a nota média apurada no 3º trimestre de 2015 foi de 4,15. A série histórica manteve evolução crescente e a tendência é de alta. 84% dos 13 mil passageiros ouvidos nos meses de julho, agosto e setembro deram notas de 4 a 5 para seus aeroportos. Somente 3% avaliaram como ruim ou muito ruim. A pesquisa registrou um aumento de 3% nas notas 5 e 33 dos 48 indicadores medidos tiveram notas acima de 4. Apenas 3% dos entrevistados avaliou os aeroportos como ruins ou muito ruins.

Guarulhos foi o aeroporto que mais melhorou em relação a si mesmo. Perguntados sobre a satisfação geral com o terminal, os passageiros deram nota média de 4,41. No trimestre anterior – abril, maio e junho, haviam dado 4,04. Há um ano, 3,46. Curitiba continua o aeroporto mais bem avaliado do País. Conquistou 4,51, a nota mais alta conferida pelos passageiros entre os 15 aeroportos pesquisados. É a primeira vez que a pesquisa registra nota acima de 4,50 para satisfação geral com o terminal. No trimestre anterior, havia obtido 4,43. O terceiro aeroporto mais bem avaliado é Recife, com 4,39. Recife foi o grande vencedor do prêmio Aeroportos + Brasil 2014.


PERGUNTAS ESPECÍFICAS PARA PASSAGEIROS COM DEFICIÊNCIA

Esta é a 11ª rodada trimestral da pesquisa feita pela Praxian – Business & Marketing. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de 5%. Nos 33 meses em que é realizada, a média da satisfação geral dos passageiros com os 15 aeroportos evoluiu de 3,81 para 4,15, uma diferença de 0,34 décimos. Na 1ª rodada da pesquisa, feita no 1º trimestre de 2013, só 3 dos 14 aeroportos dos obtiveram notas acima de 4 (São Gonçalo do Amarante, em Natal, ainda não havia sido inaugurado). Neste 3º trimestre de 2015, 11 em 15 terminais tiveram notas acima de 4, meta acordada entre a Secretaria de Aviação, autoridades e gestores aeroportuários.

A partir do próximo ano, a pesquisa terá perguntas específicas, dirigidas aos PNAEs (Passageiros com Necessidade de Atendimento Especial), para medir a qualidade da acessibilidade do terminal. Serão três perguntas no embarque: qualidade da acessibilidade no aeroporto, disponibilidade de vagas reservadas no estacionamento e disponibilidade de assentos reservados para pessoas com cadeiras de rodas e seus acompanhantes. E uma no desembarque: sobre como foi feito seu desembarque (em ponte de embarque, Sistema ELO, Ambulifit, Cadeira robótica, Rampa Móvel ou outro). Como o passageiro sai de um lugar e vai para outro, as perguntas são feitas no embarque e no desembarque, porque medem a satisfação do passageiro com um aeroporto específico.

Também será incluída uma pergunta sobre a sinalização que orienta os passageiros dentro dos aeroportos. Vários aeroportos têm boa quantidade de tomadas e mesmo assim o indicador teve a 41ª nota mais baixa na média geral (3,6), porque são mal sinalizadas.

A Secretaria modificará, ainda, a pergunta sobre o custo da alimentação nas lanchonetes e restaurantes. Vai perguntar sobre o custo, mas também se o passageiro percebe algum benefício. Este é o indicador que tem as notas mais baixas desde o início da pesquisa. Neste trimestre, a nota é 2,5, a pior entre todos os indicadores.

CAI SATISFAÇÃO NOS AEROPORTOS DO RJ

Nesta última rodada, os passageiros deram notas inferiores a 4 a quatro aeroportos. No 2º trimestre, só Cuiabá e Salvador tinham notas abaixo de 4. Neste 3º trimestre, os dois principais aeroportos do Rio de Janeiro tiveram notas mais baixas do que na rodada anterior. O Galeão caiu de 4,13 para 3,95 de um trimestre para o outro; o Santos Dumont, de 4,09 para 3,99; Salvador e Cuiabá mantiveram notas abaixo de 4, o aeroporto baiano com 3,73 e o mato-grossense com 3,35.

A queda da nota do Galeão coincide com a ampliação das obras no terminal. O aeroporto está se preparando para receber a maior parte da movimentação de dois milhões de passageiros esperados para a Olimpíada. No Santos Dumont, coincide com o impacto meteorológico nos meses de julho, agosto e setembro, que provocou seguidas vezes o fechamento do aeroporto. O terminal, que abriga uma das quatro pontes aéreas mais movimentadas do mundo, movimentou 10 milhões de passageiros em 2014.

Dos 48 indicadores medidos no Galeão, os passageiros deram notas acima de 4 a 29 no 2º trimestre. No 3º, a 23. Entre os indicadores que tiveram notas mais baixas estão “Informação nas esteiras de restituição de bagagens”, de 4,75 para 3,92; “Painéis de informação de voo”, de 4,01 para 3,92; e “Conforto na sala de embarque”, de 3,90 para 3,75.

O salto da nota de Guarulhos na satisfação geral é fruto da melhoria em 45 dos 48 indicadores da Pesquisa. Além disso, soma-se os investimentos no terminal 3, com 20 novas pontes de embarque e capacidade para 12 milhões de passageiros/ano; a ampliação da área comercial, que agora conta com 239 lojas, livrarias, bares e restaurantes; e a inauguração do primeiro hotel dentro de um terminal concedido, com oitenta quartos para uso exclusivo de viajantes em conexão e da tripulação de voos internacionais. Guarulhos é o maior aeroporto do País. Em 2014, movimentou 40 milhões de passageiros, o 29º maior fluxo do mundo.

Além destes aeroportos, aparecem empatados, em 4º lugar na satisfação geral do passageiro, os aeroportos de Natal e Campinas, cada um com 4,36, e em ascensão se comparados ao 2º trimestre de 2015. A facilidade para realizar conexões em Natal emplacou nota 5. As salas vip de Campinas e Brasília também receberam nota 5. Além disso, serviços de check-in foram bem avaliados em todos os terminais: o tempo de fila no guichê e no autoatendimento, por exemplo, ficaram com médias acima de 4.

SERVIÇOS

Os itens de tecnologia ainda são oferecidos em qualidade abaixo das expectativas dos passageiros. A disponibilidade de tomadas, por exemplo, só é muito boa em Campinas – os demais 14 aeroportos obtiveram nota abaixo de 4. Já a qualidade da internet sem fio (wi-fi) disponível nos terminais é avaliada como ruim ou muito ruim nos 15 aeroportos pesquisados.

Entre os itens essenciais, a disponibilidade de sanitários, por exemplo, é considerada muito boa em 11 aeroportos. Há dois anos, apenas seis terminais tinham avaliação acima da nota 4 neste indicador. A limpeza dos banheiros apresentou nota média acima de 4 em nove aeroportos. Os passageiros também classificaram a limpeza geral do terminal como muito boa em 14 aeroportos.

Os cinco indicadores que mais influenciaram os passageiros quando perguntados sobre sua satisfação geral com os aeroportos no trimestre foram, pela ordem: conforto na sala de embarque, limpeza geral, conforto acústico, conforto térmico e disponibilidade de sanitários.

Curitiba liderou as notas dos indicadores conforto térmico e acústico do terminal, com 4,55 e 4,57, respectivamente. Viracopos e Natal lideraram nos demais. Viracopos em disponibilidade de sanitários (4,70) e limpeza geral do aeroporto (4,74) e São Gonçalo do Amarante em conforto na sala de embarque (4,60).



Fonte: Secretaria de Aviação Civil

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Região Norte revela potencial de expansão comercial na aviação

Origens e destinos dos passageiros na região somam 324 municípios. Rotas aéreas de grande potencial comercial são Recife-Belém e São Paulo-Macapá.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Ministro Eliseu Padilha participa de inauguração de voo regional no Rio Grande do Sul


Ministro Eliseu Padilha participa de inauguração de voo regional no Rio Grande do Sul
Padilha durante a solenidade.
O ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, voou, nesta terça-feira (27), de Porto Alegre a Uruguaiana (RS), com diretores e o presidente da companhia aérea Azul, Antonoaldo Neves. Autoridades do Rio Grande do Sul também estiveram presentes. Esse foi o primeiro voo da retomada da aviação regional gaúcha, fruto de pacto formado na segunda-feira (26), no Palácio Piratini, na sede do governo estadual.

Questionado sobre a importância do primeiro voo, Padilha disse que este voo é mais uma prova de acerto da presidenta Dilma Rousseff ao definir como prioridade da Secretaria de Aviação Civil o projeto dos aeroportos regionais.

O programa de aeroportos regionais disciplina a habilitação de 270 aeroportos em todo o Brasil, sendo 15 aqui no Rio Grande do Sul, com padrão estabelecido pela Oaci (Organização de Aviação Civil Internacional), para a operação de voos regulares. Isso impulsionará o desenvolvimento regional em todo o território nacional, com incremento das atividades econômicas, do turismo e do atendimento à saúde e da vida, salientou o titular da Aviação Civil.
Ministro Eliseu Padilha participa de inauguração de voo regional no Rio Grande do Sul
Na chegada a Uruguaiana, as autoridades
foram recepcionadas pelos representantes locais.

“Esse voo faz com que a região possa ter negócios. Suas belezas naturais também serão reconhecidas. Com a aviação regional podemos potencializar o turismo local. Uruguaiana chega ao patamar de polo de desenvolvimento regional sem dúvida nenhuma”, ressaltou Padilha. 

A aeronave, ao chegar em Uruguaiana, foi batizada pelos bombeiros e autoridades locais. Em solenidade no aeroporto, representantes da região e o prefeito do município, Luiz Augusto Schneider, esperavam os passageiros do voo histórico para a cidade.

Ministro Eliseu Padilha participa de inauguração de voo regional no Rio Grande do Sul
Eliseu Padilha e o deputado estadual Frederico Antunes.
Durante a solenidade no aeroporto, Padilha afirmou que “nada acontece por acaso” e citou o deputado estadual Frederico Antunes, que representa a região, por estar “sendo incansável para a luta de transformar o aeroporto de Uruguaiana em binacional brasileiro e argentino”. Com relação a Azul, o ministro falou sobre o espírito empreendedor da companhia aérea, comandada por Neves. O vice governador do RS, José Paulo Cairoli, e os secretários estaduais dos Transportes, Pedro Westphalen, e do Turismo Juvir Costella, participaram da cerimônia.

A SAC tem estudos que compravam que a Aviação Civil crescerá, em média, 7% ao ano nos próximos 20 anos. Sem dúvida, uma atitude de grande desenvolvimento no Brasil. Tal crescimento tem como um dos pilares mais importantes, os aeroportos e a aviação regional, destacou Eliseu Padilha.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Programa gaúcho amplia rotas de voos regulares em aeroportos regionais

Programa gaúcho amplia rotas de voos regulares em aeroportos regionais O governo do Rio Grande do Sul lançou nesta segunda-feira (26) o Programa Estadual de Desenvolvimento da Aviação Regional (PDAR-RS). Elaborado pela Secretaria dos Transportes, em parceria com as secretarias da Fazenda; do Turismo, Esporte e Lazer; e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, a iniciativa pretende promover o desenvolvimento econômico, social e turístico do Estado através da ampliação das rotas de voos regulares nos aeroportos regionais. O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, participou do evento, no Palácio Piratini. Na cerimônia, o governador José Ivo Sartori assinou também o termo de acordo com representantes da Azul Linhas Aéreas, que oficializou participação no programa.

O PDAR-RS prevê a concessão de incentivos fiscais para as empresas de transporte aéreo que aderirem ao programa, desde que garantam a operação de rotas regionais que atendam quatro ou mais municípios e que promovam e incentivem pacotes para roteiros turísticos e eventos gaúchos, entre outras iniciativas.

Instituído pelo decreto 52.607, de 16 de outubro de 2015, como instrumento da política aeroportuária do Estado, conforme atribuições estabelecidas pela lei 14.733, o programa visa permitir que todos os municípios tenham, até 2017, um aeroporto operando voos regulares num raio de até 180 quilômetros.

Segundo o presidente da Azul, Antonoaldo Neves, a empresa é líder absoluta no setor no Estado e é a única que possui uma base de operações estruturada no Rio Grande do Sul. Isso nos permite operar efetivamente em todo o Estado, contribuindo economicamente com o desenvolvimento e a mobilidade de uma comunidade que tão bem nos acolheu, destacou o dirigente.

O voo inaugural da primeira rota de um total de seis da Azul, ligando Porto Alegre a Uruguaiana, está prevista para essa terça-feira (27). A aeronave que operará no trecho é o modelo turboélice ATR 72-600, com 70 assentos.

Em seu pronunciamento, o ministro Eliseu Padilha destacou a democratização do acesso da população de baixa renda ao transporte aéreo, com a redução de 48% do preço das passagens”, fato que, para ele, atribui-se à atuação livre do mercado e permite a concorrência entre as empresas. Esse cenário é propício para a regionalização dos vôos pelas companhias, e o Rio Grande do Sul soube perceber essa oportunidade e saiu na frente com seu PDAR-RS”, concluiu.

“Uruguaiana é um aeroporto regional. Estamos trabalhando para que ele se transforme em binacional. Argentina e Brasil, para que possamos ter trânsito facilitado para argentinos que queiram vir para o Brasil e dos brasileiros que queiram ir a Buenos Aires”, destacou o ministro.

Acredito que este programa é estratégico para diminuir as desigualdades econômicas e sociais das nossas regiões. É uma oportunidade que visualizamos no segmento e, com a parceria da Azul, conseguimos concretizar nesse ato”, afirmou o governador.

De acordo com o secretário dos Transportes, Pedro Westphalen, o programa originou-se na intenção do governo em democratizar o acesso ao transporte aéreo, além de garantir aos municípios maior competitividade na atração de novos investimentos e turistas.


sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Projeto de Eficiência Operacional passa a ser aplicado no aeroporto de Belém

Eliseu Padilha - Projeto de Eficiência Operacional passa a ser aplicado no aeroporto de Belém
Projeto de Eficiência Operacional passa a ser
aplicado no aeroporto de Belém
O Aeroporto Internacional Júlio Cezar Ribeiro, em Belém (PA), vai iniciar a implantação da etapa um do Projeto Eficiência Operacional em Aeroportos, que consiste na melhoria com foco nos procedimentos de embarque e desembarque de passageiros, check-in, emigração e imigração, assim como o manuseio e restituição de bagagens.

Leia mais em http://goo.gl/DckKRF


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Onze aeroportos regionais têm projetos em estágio avançado

Dezenove municípios no Estado de São Paulo são contemplados pelo Programa de Aviação Regional da Secretaria de Aviação da Presidência da República. Ao todo, 11 aeroportos se encontram em fase avançada de Anteprojeto, etapa que antecede o processo de licitação. 

Leia mais em http://goo.gl/n05YTg

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

terça-feira, 15 de setembro de 2015

O sucesso das concessões de aeroportos

O sucesso das concessões de aeroportos - Eliseu Padilha
Por Eliseu Padilha 

Aprovadas pelos passageiros, concessões elevaram caixa da Secretaria de Aviação Civil e ajudarão na construção de mais aeroportos regionais


A Infraero foi detentora da exclusividade da operação dos aeroportos situados em capitais brasileiras até 2012. Durante 40 anos, a empresa produziu conhecimento, eficiência e experiência. A decisão da presidenta Dilma Rousseff de buscar a parceria do setor privado, para acelerar os necessários investimentos em nossa infraestrutura, fez com que tal fim chegasse também aos grandes aeroportos.

A primeira experiência de parceria, aqui para a construção e a operação aeroportuária, foi materializada com a concessão do novo aeroporto de Natal, denominado Aloísio Alves, localizado em São Gonçalo do Amarante, em 2011.

Em 2012 foram concedidos os aeroportos de Guarulhos, Brasília e Campinas (Viracopos), que estão com suas obras, compromissadas para a primeira etapa, concluídas ou muito próximas da conclusão. Em 2014 a parceria com operadores privados chegou aos aeroportos de Confins, em Belo Horizonte, e do Galeão, no Rio de Janeiro. Nestes, as obras estão no estágio inicial.

É importante registrar que nos seis aeroportos já concedidos, para elevá-los e mantê-los em alto nível no atendimento da demanda, serão investidos R$ 27 bilhões durante o prazo da concessão. Depois desse prazo, os aeroportos voltarão à posse da Infraero, sua proprietária, ou serão objeto de novo processo de concessão. Até o final de 2014 já havia sido investido, nestes aeroportos, o montante de R$ 6,85 bilhões.

Vejamos alguns indicadores do sucesso do programa, concebido e implantado no primeiro governo da presidenta Dilma: o primeiro e mais importante registro é o de que 81,4% dos passageiros, que embarcam ou desembarcam nos 15 principais aeroportos brasileiros, dizem que a operação aeroportuária em tais aeroportos é boa ou ótima. Mais de 150 mil usuários foram ouvidos em pesquisa contratada pela secretaria.

Fruto da parceria com os empreendedores privados, já foram investidos R$ 6,85 bilhões em três anos na infraestrutura de aeroportos públicos que foram concedidos.

Outro testemunho desse grande sucesso é que nos leilões para a concessão da operação de cinco dos aludidos aeroportos, o valor da outorga, somando os lances vencedores em cada certame, já garantiu ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) o montante de R$ 45 bilhões.

O sucesso das concessões é comprovado também na alta satisfação dos passageiros, no expressivo valor dos investimentos privados em aeroportos públicos e na captação para o FNAC de majestosa soma que assegura os investimentos da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República.

Esta continua avançando no aprimoramento do sistema aeroportuário do país e, em especial, na implantação da rede de 270 aeroportos regionais, que viabilizarão a integração dos brasileiros de todo país ao processo de desenvolvimento socioeconômico nacional.

Um sucesso puxa o outro. No caminho de tal desiderato, o governo federal iniciou os processos de concessões de mais quatro aeroportos: Salgado Filho (Porto Alegre), Hercílio Luz (Florianópolis), Luiz Eduardo Magalhães (Salvador) e Pinto Martins (Fortaleza).

Aberto o certame por qualificados atores do setor, foram feitos cem pedidos de autorização para participar dos Procedimentos para Manifestação de Interesse, para a elaboração dos estudos de viabilidade técnica e ambiental das obras e investimentos, com vistas a elevar seu nível de eficiência durante todo o prazo de concessão.

Cem manifestações de interesse para quatro aeroportos é uma demanda que, sem dúvida, marca o início de mais uma etapa de grande sucesso do Programa de Investimentos em Logística do governo federal. Não há dúvida de que o Programa de Concessões Aeroportuárias do governo federal é um caso de grande sucesso.


ELISEU PADILHA, 69 anos, é ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República


Artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo - 15/09/2015 - http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/233029-o-sucesso-das-concessoes-de-aeroportos.shtml

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Eliseu Padilha participa de evento da Abear

Eliseu Padilha participa de evento da Abear
O ministro da Aviação, Eliseu Padilha, participou hoje (10) de palestra-almoço com os representantes das companhias aéreas. O evento foi promovido pela ABEAR. Padilha defendeu o crescimento e a melhoria do setor, que beneficiará diretamente o passageiro/usuário.

Eliseu Padilha participa de evento da Abear

Eliseu Padilha participa de evento da Abear
O ministro da Aviação, Eliseu Padilha, participou hoje (10) de palestra-almoço com os representantes das companhias aéreas. O evento foi promovido pela ABEAR. Padilha defendeu o crescimento e a melhoria do setor, que beneficiará diretamente o passageiro/usuário.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Turismo gaúcho ganha impulso com Programa de Aviação Regional

Turismo gaúcho ganha impulso com Programa de Aviação Regional
A cidade gaúcha de Gramado – conhecida pelo Festival de Cinema e pelo Natal Luz, pelas baixas temperaturas que formam paisagens típicas de inverno e pelos os fortes traços da cultura alemã – ganhará um aeroporto construído do zero com investimentos do Programa de Aviação Regional, da Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República. O destino é um dos 15 municípios do Rio Grande do Sul que receberão melhorias de infraestrutura aeroportuária, fortalecendo a vocação turística da Serra Gaúcha

Atualmente, o principal acesso à cidade é feito pelo Aeroporto Internacional de Porto Alegre – Salgado Filho, que fica a cerca de 115 Km de distância. Ao desembarcar na capital do Estado, o passageiro ainda percorre trecho rodoviário com duração estimada em duas horas para chegar a Gramado. A construção do aeródromo facilita o acesso à região turística que recebe cerca de 5 milhões de visitantes anualmente. O projeto de construção do aeródromo está em fase de Estudo de Viabilidade Técnica (EVT), onde a topografia do local é analisada e o tamanho do aeroporto é definido, com base em estudos socioeconômicos. Para conhecer mais sobre as cinco etapas do Programa de Aviação Regional e acompanhar a evolução dos aeroportos clique aqui.

Bento Gonçalves, também considerado um destino turístico estratégico do Estado gaúcho, está entre os municípios beneficiados indiretamente pelo programa. Isso porque um novo aeroporto será construído na cidade vizinha de Caxias do Sul, criando uma nova e rápida conexão da chamada Região da Uva e Vinho ao restante do país.

Os municípios de Gramado e Bento Gonçalves foram selecionados para integrar o Programa de Aviação Regional atendendo a critérios técnicos do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional, do Ministério do Turismo.

MAIS BARATO - A Lei dos Subsídios (nº 13.097), que aguarda regulamentação do Poder Executivo, prevê a redução dos custos de operação de rotas regionais, que chegam a ser 31% mais caras que os trechos operados entre capitais. O objetivo é aumentar o interesse das empresas aéreas e expandir a malha aérea do País, ampliando o fluxo de passageiros para cidades fora dos grandes centros urbanos. Se aprovada, a regulamentação da Lei vai normatizar o subsídio de 50% da ocupação da aeronave ou até 60 passageiros em todo o País (à exceção da Amazônia Legal), além de subsídios nas tarifas e rotas em aeroportos com movimentação anual de 600 mil passageiros.

O PROGRAMA - O Programa de Aviação Regional foi criado em 2012 com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes das capitais brasileiras. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional.

Mais de 40 milhões de brasileiros vivem, hoje, a centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo da região. O programa trabalha para encurtar essas distâncias, aproximando moradores e turistas dos aeroportos brasileiros. O objetivo é que 96% da população esteja a, no máximo, 100 quilômetros de um terminal aeroportuário.

O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

sábado, 5 de setembro de 2015

Dia da Amazônia

O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, já anunciou que o Programa de Aviação Regional começará pela Amazônia.


A escolha pela Região Norte se deu porque as longas distâncias são percorridas, na maior parte das vezes, por barco e chegam a durar dias. 

“A região carece da aviação mais que qualquer outra do Brasil”, afirmou o ministro. 


Leia mais em http://goo.gl/Jw9idX


Fonte: Secretaria de Aviação Civil

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Aviação Regional fortalece destinos turísticos do Paraná

Aviação Regional fortalece destinos turísticos do Paraná
As Cataratas de Foz do Iguaçu, ícone internacional de turismo no Brasil, e a bela cidade litorânea de Paranaguá (PR), a mais antiga do Estado, estão entre os cartões postais brasileiros que serão beneficiados pelos investimentos do Programa de Aviação Regional. Os destinos foram selecionados pela Secretaria de Aviação Civil (SAC) em parceria com o Ministério do Turismo, atendendo a critérios técnicos do Estudo de Competitividade dos 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional.

Com operação ativa de voos regulares por companhias aéreas, o aeroporto de Foz do Iguaçu vai contar com ampliação do pátio de aeronaves e da pista de pouso e decolagem, além da construção de uma nova faixa de taxiway. O projeto está em fase de Estudo Preliminar (EP), quando são detalhadas as necessidades do aeródromo e definidos valores de investimento.

Em Paranaguá, o aeródromo já existente também vai passar por reformas no sítio aeroportuário. Dentre as obras previstas estão: a construção de um novo terminal de passageiros, ampliação do pátio de aeronaves, além da recuperação da pista de pouso e decolagem e da faixa de taxiway. O planejamento está na segunda fase do programa – Estudo Preliminar (EP). Apesar de não operar voos regulares, as companhias aéreas já demonstraram interesse pelo aeródromo que atende uma importante região turística e econômica do Estado.

A principal geração de renda vem da atividade portuária e o acesso ao litoral se dá por meio de barcos que partem de Paranaguá e Pontal do Paraná (Balneário Pontal do Sul). A viagem demora em torno de uma hora e meia. Para chegar a esses locais, é necessário embarcar em um ônibus e depois pegar uma balsa. O acesso por via aérea está atualmente disponível somente aos passageiros que partem do Aeroporto de Curitiba, que fica a cerca de 120 km de distância. Com as melhorias na infraestrutura do aeroporto de Paranaguá, turistas e moradores ganharão um acesso mais ágil ao destino.

Mais barato - A Lei dos Subsídios (nº 13.097), que aguarda regulamentação do Poder Executivo, prevê a redução dos custos de operação de rotas regionais, que chegam a ser 31% mais caras que os trechos operados entre capitais. O objetivo é aumentar o interesse das empresas aéreas e expandir a malha aérea do País, ampliando o fluxo de passageiros para cidades fora dos grandes centros urbanos. Se aprovada, a regulamentação da Lei vai normatizar o subsídio de 50% da ocupação da aeronave ou até 60 passageiros em todo o País (à exceção da Amazônia Legal), além de subsídios nas tarifas e rotas em aeroportos com movimentação anual de 600 mil passageiros.

O programa - O Programa de Aviação Regional foi criado em 2012 com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes das capitais brasileiras. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional.

Mais de 40 milhões de brasileiros vivem, hoje, a centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo da região. O programa trabalha para encurtar essas distâncias, aproximando moradores e turistas dos aeroportos brasileiros. O objetivo é que 96% da população esteja a, no máximo, 100 quilômetros de um terminal aeroportuário.

O investimento é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. A contratação das empresas responsáveis pelos estudos e obras é feita diretamente pelo governo federal, sem repasse de verbas a estados e municípios.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil 



sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Resolução do Conama vai acelerar obras dos aeroportos regionais

Resolução do Conama vai acelerar obras dos aeroportos regionais - Eliseu Padilha

O Conselho Nacional do Meio Ambiente aprovou resolução, apresentada pela Secretaria de Aviação Civil, que deve reduzir o prazo da emissão de licenças ambientais para aeroportos regionais no País.

Leia mais em:

Fonte:
Secretaria de Aviação Civil

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Rio de Janeiro será beneficiado pelo programa de aviação regional

Rio de Janeiro será beneficiado pelo programa de aviação regional
A viagem atual de quase 3 horas por estrada entre a capital Rio de Janeiro e Angra dos Reis vai diminuir para aproximadamente 30 minutos de avião com o programa de aviação regional. Paraty e Búzios, também citadas no estudo de competitividade dos destinos de desenvolvimento turístico fora das capitais, do Ministério do Turismo, serão beneficiadas direta ou indiretamente pelo investimento em infraestrutura aeroportuária do governo federal.

O aeroporto de Angra está em fase de anteprojeto e licenciamento ambiental – a última antes do início do processo de licitação. Será construído um novo terminal de passageiros, ampliação e recuperação da pista de pouso e decolagem, novo pátio de aeronaves e nova seção contraincêndio.

O município é conhecido pela beleza de suas ilhas e sua riqueza cultural. A Ilha Grande, considerada o principal atrativo do município, possui restaurantes, sinalização turística, lanchonetes e lojas de souvenirs. Outro atrativo que obteve grande destaque no estudo foi a Usina Nuclear de Angra dos Reis, que atrai visitantes o ano todo.

O aeroporto da colonial Paraty está em fase de Estudo de Viabilidade Técnica – etapa em que é estudada a topografia do local e definido o tamanho do aeroporto necessário para atender a região com base em estudos sócio-econômicos. A Feira Literária de Paraty mobiliza turistas de todo o País.

Búzios não está incluído no programa, mas contará com os benefícios do aeroporto de Cabo Frio, que será ampliado e modernizado. Uma das premissas do programa é que 96% da população esteja a, pelo menos, 100 km de um terminal.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil 

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Em Porto Alegre, ministro Eliseu Padilha participa do evento Prato do Dia

Evento promovido pelo PMDB de Porto Alegre lotou para ver
o ministro Eliseu Padilha
.
O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, realizou, na sexta-feita (31/07), palestra sobre a Aviação Regional no Rio Grande do Sul. O evento foi promovido pelo PMDB de Porto Alegre e faz parte da reunião-almoço Prato do Dia. 

Confira todas as fotos da confraternização https://goo.gl/bPV5y5

Fotos: Galileu Oldenburg/Divulgação









quarta-feira, 29 de julho de 2015

Aviação Regional investirá em aeroportos de destinos turísticos do Mato Grosso do Sul

Aviação Regional investirá em aeroportos de destinos turísticos do Mato Grosso do Sul - Eliseu Padilha
Os municípios de Corumbá e Bonito estão entre os oito sul-matogrossenses que receberão as melhorias de infraestrutura aeroportuária pelo governo federal. 


Leia mais em http://goo.gl/TbBM0H


Fonte: Secretaria de Aviação Civil

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Onze grupos são habilitados a estudar aeroportos

Onze grupos são habilitados a estudar aeroportos
Onze consórcios, ou empresas individualmente, foram habilitados pelo governo para fazer os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental das próximas concessões de aeroportos. A portaria com o resultado do chamamento público para a manifestação de interesse foi assinada na quinta-feira (23/07) pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, e deve sair na edição de sexta-feira (24/07) do Diário Oficial da União.

A partir de agora, os grupos habilitados têm 90 dias para entregar os estudos. Em seguida, uma comissão formada por técnicos da SAC ficará responsável pela avaliação e seleção do material. Os estudos escolhidos vão balizar a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na preparação dos contratos e dos editais.

O governo prevê transferir à iniciativa privada mais quatro aeroportos: Salvador (BA), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS) e Florianópolis (SC). A estimativa oficial é que haja investimentos de R$ 8,5 bilhões. Essa projeção, no entanto, ainda é preliminar e pode variar conforme os estudos.

Ao todo, 30 grupos haviam comunicado formalmente a intenção de realizar esses trabalhos. A CCR, controlada pela Andrade Gutierrez e pela Camargo Corrêa, é uma das empresas que tinham planos de fazer estudos para o aeroporto de Salvador, mas não foi habilitada. Ela já detém a operação de Confins (MG). A Odebrecht Transport, que administra o Galeão (RJ), não se candidatou.

Cinco empresas vão fazer os estudos individualmente: Triunfo, Ernst & Young, Construcap, P2 Gestão de Recursos e Prosul. As três primeiras vão desenvolver trabalhos para todos os terminais e a Prosul optou somente pelo aeroporto de Florianópolis - provavelmente o que vai ter menos exigência de investimentos.

Os outros seis grupos se aliaram em consórcios diferentes e também vão estudar todos os terminais. Um deles reúne a Corporación América, empresa argentina responsável pela operação dos aeroportos de Brasília (DF) e de São Gonçalo do Amarante (RN), e a Helport Construções.

Outro consórcio tem a Pricewaterhouse Coopers, a espanhola Idom e a consultoria brasileira Radar PPP. O terceiro grupo conta com a francesa Egis, que tem participação minoritária em Viracopos (SP), e a Concremat.

Mais três consórcios fecham a lista: Verax Consultoria, Geo Brasilis, Fernandes Arquitetos Associados e Empresa Brasileira de Engenharia de Infraestrutura; BF Capital, JGP Consultoria, Logit, Moysés & Pires e Proficenter; e Setepla Tecnometal, Sener Ingeniería y Sistemas e ATP Engenharia.

A Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP), empresa criada pelo BNDES e por oito bancos comerciais, não está na lista. Ela havia feito, até agora, todos os estudos de viabilidade dos terminais já privatizados pelo governo.

Os grupos deverão apresentar levantamentos detalhados sobre as condições de exploração dos terminais. Por exemplo: qual deve ser o tamanho dos novos terminais de passageiros, se e quando novas pistas serão construídas, quanto tempo precisará durar a concessão para recuperar os investimentos e os valores mínimos de outorga a serem cobrados.

O ministro Eliseu Padilha trabalha com a perspectiva de realizar os leilões no primeiro ou no segundo semestre de 2016. Depois do término dos estudos, ainda será necessário colocá-los em audiência pública e submetê-los à análise do Tribunal de Contas da União (TCU). A expectativa da SAC é assinar os contratos de concessão e transferir efetivamente os terminais para o setor privado em meados do ano que vem.

Fonte: Valor Econômico - www.valor.com.br 
Publicação: 24/07/2015 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Aviação regional fortalecerá destinos turísticos na Bahia

Aviação regional fortalecerá destinos turísticos na BahiaO programa de aviação regional da Secretaria de Aviação Civil vai deixar as paisagens deslumbrantes e as praias paradisíacas da Bahia ainda mais perto dos turistas. Lençois, Maraú e Porto Seguro, citados no estudo de competitividade dos destinos de desenvolvimento turístico regional, do Ministério do Turismo, estão entre os 20 municípios baianos que receberão as melhorias de infraestrutura aeroportuária pelo governo federal.

Maraú, o paraíso escondido depois de Itacaré, ganhará um aeroporto construído do zero. Em fase de estudo preliminar, já é possível ter uma ideia de como ficará no futuro: será construído um terminal de passageiros de 682 m², um pátio de aeronaves e uma pista. A expectativa é que a estrutura atenda cerca de 40 mil passageiros por ano em 2025.

Atualmente, para chegar a Maraú, é preciso pegar 40 quilômetros de estrada de chão ou pegar uma lancha de Camamu até o vilarejo de Barra Grande. No caminho da estrada de terra, vários dendezeiros e lagoas criam um cenário exuberante. Muitos turistas alugam quadriciclos para conhecer melhor a região e chegar a praias pouco exploradas.

REFORMAS

Ao contrário de Maraú, Lençois e Porto Seguro já contam com aeroporto que atendem rotas comerciais e receberão melhorias pontuais. Ambos estão na fase mais avançada do projeto antes do processo de licitação, a de anteprojeto e licenciamento ambiental. No caso de Lençois, os investimentos serão na reforma e ampliação do terminal de passageiros, reforma na seção contraincêndio e recuperação do pátio de aeronaves e pista de pouso.

Trilhas e trekking são alguns dos esportes de aventura de quem visita a cidade – porta de entrada do Parque Nacional da Chapada Diamantina. Além de trilhas, trekkings e cachoeiras exuberantes, a cidade é considerada a Capital do Diamante, com suas ruas de pedras e seu estilo colonial.  

Já o aeroporto de Porto Seguro contará com recuperação da pista de pouso e decolagem, reforma do pátio de aeronaves e ampliação e reforma no terminal de passageiros, além da ampliação da seção contraincêndio. A cidade é atrativa pelas praias e grande movimentação noturna na orla.

MAIS BARATO

Além do investimento em infraestrutura aeroportuária, o governo federal vai garantir mais opções de voos e passagens mais baratas aos turistas por meio do programa de subsídios. O governo vai comprar assentos nos voos. Dessa forma, eles se tornam rentáveis para as companhias e as empresas conseguem oferecer preços inferiores à população. Hoje, uma passagem que sai ou chega em aeroporto regional chega a ser até 31% mais cara que as rotas entre capitais.

A lei que trata deste tema foi aprovada neste ano no Congresso Nacional e agora aguarda regulamentação da Presidência da República. A Amazônia Legal será a região mais beneficiada. Além de ser uma das principais belezas naturais do Brasil, depende do transporte aéreo para garantir os direitos básicos à população.

O PROGRAMA

O programa de aviação regional foi criado com o objetivo de conectar o Brasil e levar desenvolvimento e serviços sociais a lugares distantes dos grandes centros – como é o caso da Amazônia Legal. Para isso, a Secretaria de Aviação Civil vai investir cerca de R$ 7,3 bilhões na construção ou reforma de 270 aeroportos em todo o território nacional. A expectativa é que as primeiras licitações saiam ainda neste ano.

Todos os terminais passam por cinco etapas até estarem prontos. Dos 270, 255 já existiam. Destes, uns precisam de mais obras do que outros. Por isso, alguns vencem mais rapidamente as etapas necessárias para a entrega das obras

A ideia é deixar 96% da população a pelo menos 100 quilômetros de um terminal de passageiros. Atualmente, 40 milhões de pessoas estão a uma distância maior que esta de um aeródromo e apenas 77 aeroportos regionais operam voos comerciais com regularidade.

O investimento do programa é oriundo do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), composto por taxas e outorgas da aviação, e que só pode ser investido de volta no próprio setor. As contratações das empresas responsáveis pelos estudos e obras são feitos diretamente pelo governo federal e não há repasse de verbas a estados e municípios.



Fonte: Secretaria de Aviação Civil

terça-feira, 14 de julho de 2015

Mais de 400 manifestações de empresas mostram sucesso do programa de concessões, diz ministro

Mais de 400 manifestações de empresas mostram sucesso do programa de concessões, diz ministro
Serão concedidos os aeroportos de Fortaleza, Salvador, Florianópolis
 e Porto Alegre, com investimentos estimados em R$ 8,5 bilhões. 
O governo está otimista sobre o sucesso da captação de recursos do setor privado para a implantação do Programa de Investimento em Logística (PIL), afirmou nesta segunda-feira o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, após participar de reunião de coordenação política com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.

“A proposta do nosso governo, para buscar parcerias do setor privado para investimentos em logística, foi altamente bem-sucedida nessa primeira fase. Tivemos 314 pedidos para manifestação de interesse em elaborar o estudo de viabilidade da concessão na área das rodovias. Na área dos aeroportos, para quatro aeroportos apenas, [foram registrados] 92 pedidos. Portanto, temos convicção de que este programa ganha, nos primeiros passos, o rumo do sucesso”, afirmou Padilha. No caso das rodovias, 49 empresas ou consórcios pretendem elaborar os estudos sobre 11 rodovias, ao passo que 30 empresas desejam estudar a viabilidade das obras de 4 aeroportos.

Os editais de chamamento público foram publicados no dia 10 de junho no Diário Oficial da União (DOU). São 11 rodovias, que deverão contar com R$ 31,2 bilhões em investimentos, com trechos que somam 4.371 km, em todas as regiões. No Nordeste, na Bahia e Pernambuco; no Sudeste, em São Paulo e Minas Gerais e Rio de Janeiro; no Centro-Oeste, em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso; no Sul, em Santa Catarina e Rio Grande do Sul; e no Norte, em Rondônia.

No setor aeroportuário serão concedidos os aeroportos de Fortaleza (CE), Salvador (BA), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS), com investimentos estimados em R$ 8,5 bilhões.

Concessão de aeroportos

O ministro Eliseu Padilha lembrou que o governo teve uma experiência de muito sucesso no caso da concessão de aeroportos. Foram ouvidos, recentemente, mais de 150 mil passageiros, que falaram positivamente sobre esse tema.

“Tivemos um nível de ótimo e bom para mais de 81%, ou seja 81,4%. Para prestação de serviço público é um número altamente expressivo. E temos projeção de crescimento de 7% ao ano para os próximos 20 anos, uma vez que já crescemos mais de 10% nos últimos 11 anos”, comemorou.

Eliseu Padilha afirmou que a presidenta Dilma inovou ao criar uma nova forma de fazer a concessão dos aeroportos. “Nós não conhecíamos [essa forma]. A Infraero tinha exclusividade das operações aeroportuárias, até as concessões que aconteceram no primeiro governo da presidenta Dilma. Devemos dizer que, neste caso, especificamente, temos previsão de grande sucesso”.

Concessão x privatização
Sobre o tema concessão x privatização, o ministro explicou que existem sim importantes diferenças entre os dois processos.

“Quando buscamos a parceria do setor privado, para um processo de concessão, é bom que fique claro para o cidadão brasileiro, que se trata de um processo em que, findo o prazo em que teremos a parceria para a utilização, exploração ou operação aeroportuária, o aeroporto volta para a União, e ela vai ou explorar diretamente de novo, através da Infraero, ou leva a um novo processo de concessão. Portanto o bem continua sendo da União”. Já com a privatização, o bem é alienado e não volta mais para a União. “Essa distinção é muito importante”, enfatizou.




Fonte: Palácio do Planalto

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Ministro defende volta de operação regular do aeroporto de Uruguaiana

Na comitiva, do ministro, estiveram presentes o secretário estadual dos Transportes, Pedro Westphalen; o presidente da AL-RS, Edson Brum (PMDB); e os deputados Frederico Antunes (PP), Jorge Pozzobom (PSDB) e Gabriel Souza (PMDB).
Na comitiva, do ministro, estiveram presentes o secretário estadual dos Transportes, Pedro Westphalen; o presidente da AL-RS, Edson Brum (PMDB); e os deputados Frederico Antunes (PP), Jorge Pozzobom (PSDB) e Gabriel Souza (PMDB).
O ministro da Aviação, Eliseu Padilha, defendeu a volta da operação dos voos regulares no aeroporto de Uruguaiana (RS), em palestra realizada na quinta-feira (09/07), na cidade. Segundo ele, a interrupção do serviço das companhias aéreas no local se deu por fatores econômicos e não estruturais. Além disso, ele traçou o panorama da aviação regional no Brasil e no Rio Grande do Sul e exaltou o programa de subsídios, ambos encabeçados pela Secretaria de Aviação Civil (SAC).

O ministro citou a redução do ICMS e a redução do valor do querosene para garantir as operações das empresas aéreas em todo o País. A única empresa aérea que utilizava a estrutura do aeroporto deixou de operar recentemente alegando o alto custo do querosene. A ideia do ministro é que volte a operar logo. “Neste primeiro momento, antes ainda dos subsídios que o governo federal vai dar para a aviação regional, essas questões são importantes”, defendeu.



Padilha propôs um trabalho conjunto, do governo federal e do governo local. “O governo do estado na redução do ICMS é importante, porque até 40% do custo da operação aérea é o custo do combustível. Se baixa o ICMS no limite a gente vai estimular as passagens (subsídios). Então, antes do subsídio a gente depende disso. Quando for possível entrar com o subsídio, seguramente haverá voos”, detalhou.

Aviação regional

Quinze aeroportos do Rio Grande do Sul serão beneficiados pelo programa de aviação regional. Em todo o Brasil serão investidos R$7,3 bilhões em 270 aeroportos localizados fora de capital. O presidente da Comissão de Aviação Regional na Assembleia do Rio Grande do Sul, deputado Frederico Antunes, disse que a aviação civil, hoje, não é mais um luxo, mas uma necessidade. E que a aviação deveria fazer parte dos serviços públicos, assim como a saúde, educação e segurança. Ele disse estar disposto a ajudar no que for preciso para a aviação regional decolar, em especial em Uruguaiana.

Já o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado Edson Brum, afirmou que os aeroportos regionais são fundamentais para o desenvolvimento do estado. Por isso, a assembleia está engajada nessa luta. O secretário de Transportes do Rio Grande do Sul, Pedro Westphalen, disse que é muito importante a visão multimodal do ministro e comemora que Uruguaiana esteja incluída neste pensamento.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

COMPARTILHE:

COMPARTILHE: