Mostrando postagens com marcador Aeroportos Regionais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aeroportos Regionais. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Resolução do Conama vai acelerar obras dos aeroportos regionais

Resolução do Conama vai acelerar obras dos aeroportos regionais - Eliseu Padilha

O Conselho Nacional do Meio Ambiente aprovou resolução, apresentada pela Secretaria de Aviação Civil, que deve reduzir o prazo da emissão de licenças ambientais para aeroportos regionais no País.

Leia mais em:

Fonte:
Secretaria de Aviação Civil

terça-feira, 9 de junho de 2015

Governo anuncia quatro novas concessões de aeroportos


Ministros estiveram presentes. (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
O governo federal anunciou, nesta terça-feira (09/06), a concessão dos aeroportos Pinto Martins, em Fortaleza (CE); Luiz Eduardo Magalhães, em Salvador (BA); Hercílio Luz, em Florianópolis (SC); e Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), que fazem parte da nova etapa do Programa de Investimento em Logística (PIL). O anúncio foi realizado no Palácio do Planalto e contou com a participação da presidenta da República, Dilma Rousseff, dos ministros da Fazenda, Joaquim Levy; do Planejamento, Nelson Barbosa; Aviação Civil, Eliseu Padilha; Transportes, Antonio Carlos Rodrigues; e Portos, Edinho Araújo.

CONCESSÕES

Concessões dos aeroportos do BrasilPara esta nova etapa de concessões, os investimentos previstos para os quatro aeroportos são de R$ 8,4 bilhões. Porto Alegre, Florianópolis, Salvador e Fortaleza registraram, em conjunto, uma movimentação de 27,6 milhões de passageiros em 2014. A estimativa é que essa movimentação atinja o patamar de 80 milhões de passageiros anuais em 2044. Ou seja, o número triplicaria nas próximas três décadas.

Em 2014, os seis aeroportos já concedidos – São Gonçalo do Amarante, Brasília, Guarulhos, Viracopos, Galeão e Confins – movimentaram 99 milhões de passageiros. Ao todo, esses terminais já investiram R$ 8,6 bilhões em melhorias, a saber: 76% de acréscimo nos pátios, 125% mais espaço nos terminais de passageiros, 87% a mais em capacidade e 156% mais vagas nos estacionamentos de veículos, por exemplo. Além disso, os aeroportos de Amarais, Araras, Bragança Paulista, Itanhaém, Jundiaí e Ubatuba, no estado de São Paulo, e Caldas Novas, em Goiás, receberão a anuência da SAC para serem concedidos à iniciativa privada.

ETAPAS

Etapas das concessões dos aeroportos do BrasilO Diário Oficial da União publicará amanhã, quarta-feira (10/06), o Edital de Chamamento Público (PMI - Procedimento de Manifestação de Interesse) para que as empresas interessadas sejam autorizadas a realizar os estudos técnicos preparatórios. O anúncio do PMI é o primeiro passo do processo de concessão. Vencido o prazo para a entrega dos estudos, eles serão analisados pela SAC e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em seguida, os estudos são encaminhados ao Tribunal de Contas da União (TCU) e, após aprovação, a agência reguladora fica responsável pela elaboração das minutas de edital e contrato, que serão submetidas à consulta e audiência públicas. Depois da análise das sugestões apresentadas nessa etapa, a Anac divulga o edital. Após um prazo de 45 dias ocorre o leilão, previsto para o primeiro semestre do ano que vem.

INFRAERO

Além das concessões, também foi anunciada a reestruturação da Infraero. O objetivo é permitir que a empresa readquira sua capacidade de gestão e investimento, e tenha foco em seu negócio fim: a operação aeroportuária. Com vistas à melhoria da governança e em busca de maior eficiência, também será implementado o programa de demissões voluntárias, com abrangência de até 2,6 mil funcionários. Os recursos necessários para sua efetivação serão incluídos na LOA (Lei Orçamentária Anual) 2016.

Ainda neste ano serão criadas duas subsidiárias: a Infraero Participações e Infraero Serviços. A Infraero Serviços terá um grande operador internacional como parceiro: a alemã Fraport, que opera o aeroporto de Frankfurt, na Alemanha, além de Lima (Peru), Delhi (Índia) e St. Petersburgo (Rússia), dentre outros. Com a mudança, a Secretaria busca montar uma equação societária e financeira que permita a Infraero ser uma empresa forte mesmo com a política de concessões em curso.

Eliseu Padilha e demais ministros concederam uma coletiva
Eliseu Padilha e demais ministros concederam uma coletiva.
Para isso, ela deverá aumentar receitas e cortar custos para competir com as demais empresas do mercado. O cenário em que ela atuava sozinha no mercado aeroportuário acabou. “Para vencer esse desafio, a empresa tem em seu favor bons ativos e um mercado que cresce”, afirma o ministro da Aviação, Eliseu Padilha. A reestruturação contribuirá tanto para o aprimoramento da governança quanto para a melhoria do resultado financeiro da empresa, por meio da busca por novos negócios e novas receitas.


QUALIDADE

Nos últimos anos houve um crescimento muito forte da demanda pelo uso dos serviços dos aeroportos no Brasil. De 2004 a 2014, enquanto os preços das passagens aéreas caiam 48%, o número de passageiros crescia 170%. Só em 2014, 117 milhões de passageiros movimentaram os principais aeroportos do país. Os investimentos aplicados nos aeroportos concedidos levaram a uma melhoria dos serviços prestados, segundo pesquisa de satisfação realizada com 64.500 passageiros em 2014. O estudo, realizado pela Secretaria de Aviação Civil, atesta que estes aeroportos apresentaram melhoria na satisfação dos passageiros em 12%, apenas, no ano passado.

Esse aumento na satisfação faz com que sejam necessários crescentes investimentos para a manutenção da qualidade no atendimento nos aeroportos, dentro dos melhores padrões internacionais de operação. Assim, o governo brasileiro avalia que, como em outros segmentos da economia, a parceria com a iniciativa privada vai viabilizar mais investimentos, a troca de experiências e a garantia das melhores práticas no setor.

A política de concessões introduziu uma concorrência entre os aeroportos. A competição, se traduz, em novos produtos e no aumento da qualidade dos serviços prestados aos passageiros. Os recursos arrecadados com as concessões serão destinados, integralmente, ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e só poderão ser utilizados em investimentos na aviação civil. A política do governo para o setor busca modernizar e ampliar os grandes aeroportos, descentralizar investimentos e ampliar a cobertura geográfica da prestação do serviço.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Anac autoriza aeroporto municipal de Toledo a receber aeronaves maiores

Prefeitura Municipal de Toledo/divulgação
A Agência Nacional de Aviação Comercial (Anac) reclassificou a capacidade de pousos e decolagens do Aeroporto Municipal Luiz Dalcanelle Filho, em Toledo, no Oeste do Paraná, que agora poderá receber aeronaves de voos comerciais com até 120 passageiros. Antes, o terminal era autorizado apenas para voos executivos, com no máximo 46 passageiros. De acordo com a Portaria 618/SIA, publicada no Diário Oficial da União de terça-feira (31/03), entre os itens avaliados estão as condições do pavimento da pista cuja resistência passou de 8 para 33 PCN, da sigla em inglês que significa Número de Classificação de Pavimento. O índice indica que o aeroporto pode receber aeronaves de médio porte.

Para especialistas e representantes dos setores produtivos da região, a novidade trará desenvolvimento para todos os setores econômicos, atraindo mais investimentos, inclusive os da Secretária da Aviação Civil da Presidência da República (SAC). “Isso possibilita Toledo de receber uma nova pista, um novo pátio e um novo terminal de passageiros para a aviação comercial”, projetou o comandante Clairton Hammer. A expectativa é que o aeroporto receba R$ 45 milhões para as melhorias e que o recurso seja repassado no segundo semestre. 


Fonte: G1





terça-feira, 31 de março de 2015

Ministro Eliseu Padilha anuncia construção de aeroporto em Portão

O Rio Grande do Sul ganhará um novo aeroporto. Em entrevista, concedida nesta terça-feira (31/03), à Rádio ABC 900 de Novo Hamburgo, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, confirmou que o terminal 20 de Setembro será construído em Portão, no Vale do Caí. ''É lá. Não temos outro local. Conversei com a prefeita de Portão e vamos declarar a área como de utilidade pública, anunciou. Está liquidado! É lá'', acrescentou Padilha. 

Em fevereiro, Padilha afirmou que seis municípios estavam postulando a construção do aeroporto 20 de Setembro: Caxias do Sul, Eldorado do Sul, Gravataí, Nova Santa Rita, Portão e Vacaria. O ministro disse que o local deve ficar pronto até 2029. Isso porque, segundo ele, o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, estará obsoleto até lá.

Ampliação do Salgado Filho garantida

O ministro comentou que ''todos os entes públicos envolvidos no processo de ampliação da pista [do Salgado Filho] têm responsabilidades e atribuições”, e que “o projeto terá êxito caso cada um cumpra com a sua parte''. Com a ampliação, a pista deve ganhar 920 metros, passando a 3,2 mil metros de extensão, e tornando-se apta a receber voos de cargas e passageiros de maior porte, mantendo a capacidade do aeroporto pelo menos até o ano de 2029.


Fonte: Correio do Povo e Rádio ABC

segunda-feira, 23 de março de 2015

Programa de desenvolvimento da aviação regional investe na fronteira do Brasil

O ministro da Aviação, Eliseu Padilha, garante que toda a população brasileira será beneficiada pelo programa, que vai investir R$ 7,4 bilhões na reforma ou construção de 270 aeroportos nos municípios distantes das capitais. Leia mais em http://goo.gl/PvVrxd

quarta-feira, 18 de março de 2015

Os benefícios da aviação regional - Voar Mais

Os benefícios da aviação regional.

Nossa meta é que 96% dos brasileiros possam dispor de aeroportos próximos de suas casas a preços acessíveis.

Assumi a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República com a consciência de que um país com dimensões continentais como o Brasil tem na infraestrutura um enorme desafio. Precisamos integrar todos os brasileiros por meio dos diversos modais de transportes, e lhes garantir, ao ampliar a infraestrutura, crescimento econômico, emprego e renda.

Para enfrentar tal desafio, o Governo da Presidenta Dilma Rousseff criou o programa de Desenvolvimento da Aviação Regional, com o objetivo de permitir que 96% dos brasileiros possam dispor de aeroportos com voos regulares, perto de seus domicílios, a preços acessíveis.

Os benefícios decorrentes do modal aéreo não param na integração. Como o Brasil historicamente se desenvolveu em uma faixa próxima do litoral, o interior do país não recebeu, nem ofertou, as benesses resultantes dos serviços de maior qualificação. Os tempos e os fatos mudaram. Hoje o desenvolvimento econômico e o social se espalham por todo o território nacional. O agronegócio e a exploração de nossas jazidas têm produzido um grande contingente de novos empresários milionários que, por seu turno, oferecem um grande número de empregos, com altos salários, para técnicos de alta qualificação, em vários pontos interioranos.

Integrar os novos polos deste desenvolvimento e propiciar a exploração da grande riqueza representada pelo majestoso potencial turístico, especialmente o chamado “Turismo Natureza”, é a meta que estamos buscando com a reforma, ampliação, equipagem e construção de 270 aeroportos no interior do Brasil. 

Com vistas a materializar o programa de Aviação Regional, Dilma enviou ao Congresso Nacional – e este a aprovou – a proposta de subvenção dos voos regionais. Ou seja, além de contar com infraestrutura adequada, confortável e moderna, os cidadãos terão à disposição passagens mais baratas para regiões diversas. Hoje, 43% dos brasileiros afirmam que gostariam de viajar de avião. Não o fazem em razão dos altos custos, já que as passagens da aviação regional têm, hoje, preço 31% maior, em média, do que as que serão praticadas após a implantação deste novo programa.

Um novo mercado

O texto aprovado pelo Congresso estabelece que metade dos assentos das aeronaves que façam viagens através da aviação regional (com origem ou destino num aeroporto pequeno ou médio, aqueles com movimentação anual inferior a 600 mil passageiros) seja subsidiada, limitando-se a 60 assentos por voo. Na Amazônia Legal não haverá limite de assentos, e lá Aeroporto Regional será aquele que movimentar até 800 mil passageiros por ano.

Os subsídios, que serão mantidos por cinco anos, são um incentivo, isto é, representam o pontapé inicial que impulsionará o desenvolvimento da aviação regional. Depois o mercado, que crescerá mais de 9% ao ano, fará com que os preços sigam mais baixos naturalmente. Os recursos virão do Fundo Nacional de Aviação Civil, o FNAC. Para custear os subsídios, poderão ser utilizados recursos correspondentes a até 30% do montante arrecadado no ano. Para 2015, estima-se a soma de R$ 1,3 bilhão destinada à subvenção.

Padrão internacional

O processo de mudança na infraestrutura dos Aeroportos Regionais está andando a todo vapor. Dos 270 aeródromos contemplados no programa, 67 estão na Região Norte, 64 no Nordeste, 31 no Centro-Oeste, 65 no Sudeste e 43 na Região Sul. Desses, mais de 80% já operam, mesmo que sem a composição exigida pelo novo Programa de Aviação Regional. Com as melhorias, todos serão dotados de padrão internacional de aviação, com infraestrutura aeroportuária adequada para receber aeronaves das mais diversas.

Os estudos de viabilidade técnica desses aeroportos já foram realizados. As equipes de projetistas já visitaram cada localidade, para que os projetos venham a atender às necessidades de cada região. Os próximos passos serão os licenciamentos ambientais e as primeiras licitações das obras A meta para que eles sejam dados é o segundo semestre de 2015. 

*Artigo publicado na Revista 29 Horas – março/2015

quinta-feira, 5 de março de 2015

Na pauta, os 15 aeroportos regionais.

O ministro da Aviação, Eliseu Padilha, recebeu em seu gabinete os deputados estaduais do Rio Grande do Sul, Edson Brum e Gilberto Capoani. Na pauta, os 15 aeroportos regionais do estado.
Foto: Élio Sales /SAC

quarta-feira, 4 de março de 2015

Aeroportos Regionais - Entrevista TVEJA


Entrevista com o Ministro Chefe da Secretaria de Aviação Civil Eliseu Padilha para a TVEJA, sobre o tema dos aeroportos regionais. Ele conversou com Joice Hasselmann.

COMPARTILHE:

COMPARTILHE: