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segunda-feira, 23 de março de 2015


Ministro busca acelerar reestruturação da Infraero


"A próxima rodada de concessões de aeroportos terá que ser "precedida" ou "acompanhada" de um amplo processo de reorganização da Infraero. Sem isso, a estatal corre o risco de perder sua viabilidade financeira. O aviso foi dado pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, em entrevista ao Valor..."



Nesta sexta-feira (20), às 13h, o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, participará do programa Esfera Pública da Rádio Guaíba. Ele será entrevistado pelos jornalistas Juremir Machado e Taline Oppitz.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Os benefícios da aviação regional - Voar Mais

Os benefícios da aviação regional.

Nossa meta é que 96% dos brasileiros possam dispor de aeroportos próximos de suas casas a preços acessíveis.

Assumi a Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República com a consciência de que um país com dimensões continentais como o Brasil tem na infraestrutura um enorme desafio. Precisamos integrar todos os brasileiros por meio dos diversos modais de transportes, e lhes garantir, ao ampliar a infraestrutura, crescimento econômico, emprego e renda.

Para enfrentar tal desafio, o Governo da Presidenta Dilma Rousseff criou o programa de Desenvolvimento da Aviação Regional, com o objetivo de permitir que 96% dos brasileiros possam dispor de aeroportos com voos regulares, perto de seus domicílios, a preços acessíveis.

Os benefícios decorrentes do modal aéreo não param na integração. Como o Brasil historicamente se desenvolveu em uma faixa próxima do litoral, o interior do país não recebeu, nem ofertou, as benesses resultantes dos serviços de maior qualificação. Os tempos e os fatos mudaram. Hoje o desenvolvimento econômico e o social se espalham por todo o território nacional. O agronegócio e a exploração de nossas jazidas têm produzido um grande contingente de novos empresários milionários que, por seu turno, oferecem um grande número de empregos, com altos salários, para técnicos de alta qualificação, em vários pontos interioranos.

Integrar os novos polos deste desenvolvimento e propiciar a exploração da grande riqueza representada pelo majestoso potencial turístico, especialmente o chamado “Turismo Natureza”, é a meta que estamos buscando com a reforma, ampliação, equipagem e construção de 270 aeroportos no interior do Brasil. 

Com vistas a materializar o programa de Aviação Regional, Dilma enviou ao Congresso Nacional – e este a aprovou – a proposta de subvenção dos voos regionais. Ou seja, além de contar com infraestrutura adequada, confortável e moderna, os cidadãos terão à disposição passagens mais baratas para regiões diversas. Hoje, 43% dos brasileiros afirmam que gostariam de viajar de avião. Não o fazem em razão dos altos custos, já que as passagens da aviação regional têm, hoje, preço 31% maior, em média, do que as que serão praticadas após a implantação deste novo programa.

Um novo mercado

O texto aprovado pelo Congresso estabelece que metade dos assentos das aeronaves que façam viagens através da aviação regional (com origem ou destino num aeroporto pequeno ou médio, aqueles com movimentação anual inferior a 600 mil passageiros) seja subsidiada, limitando-se a 60 assentos por voo. Na Amazônia Legal não haverá limite de assentos, e lá Aeroporto Regional será aquele que movimentar até 800 mil passageiros por ano.

Os subsídios, que serão mantidos por cinco anos, são um incentivo, isto é, representam o pontapé inicial que impulsionará o desenvolvimento da aviação regional. Depois o mercado, que crescerá mais de 9% ao ano, fará com que os preços sigam mais baixos naturalmente. Os recursos virão do Fundo Nacional de Aviação Civil, o FNAC. Para custear os subsídios, poderão ser utilizados recursos correspondentes a até 30% do montante arrecadado no ano. Para 2015, estima-se a soma de R$ 1,3 bilhão destinada à subvenção.

Padrão internacional

O processo de mudança na infraestrutura dos Aeroportos Regionais está andando a todo vapor. Dos 270 aeródromos contemplados no programa, 67 estão na Região Norte, 64 no Nordeste, 31 no Centro-Oeste, 65 no Sudeste e 43 na Região Sul. Desses, mais de 80% já operam, mesmo que sem a composição exigida pelo novo Programa de Aviação Regional. Com as melhorias, todos serão dotados de padrão internacional de aviação, com infraestrutura aeroportuária adequada para receber aeronaves das mais diversas.

Os estudos de viabilidade técnica desses aeroportos já foram realizados. As equipes de projetistas já visitaram cada localidade, para que os projetos venham a atender às necessidades de cada região. Os próximos passos serão os licenciamentos ambientais e as primeiras licitações das obras A meta para que eles sejam dados é o segundo semestre de 2015. 

*Artigo publicado na Revista 29 Horas – março/2015

quarta-feira, 4 de março de 2015

Aeroportos Regionais - Entrevista TVEJA


Entrevista com o Ministro Chefe da Secretaria de Aviação Civil Eliseu Padilha para a TVEJA, sobre o tema dos aeroportos regionais. Ele conversou com Joice Hasselmann.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Ministro da Secretaria de Aviação Civil faz um balanço da Operação Fim de Ano


O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, faz um balanço da Operação Fim de Ano 2014/2015. Entre 14 e 15 milhões de passageiros passaram pelos principais aeroportos do País nas três primeiras semanas de operação fim de ano 2014/2015, que começou no dia 15 de dezembro e vai até 10 de janeiro. O número corresponde a 75% do total de passageiros esperados para o período, estimado em 20 milhões, segundo análise da Secretaria de Ação Civil (SAC).


Em todo o mês de dezembro, o índice de atraso – quando o tempo de decolagem ultrapassa 30 minutos do programado – foi de 11,3%. Para efeito de comparação, no mesmo período de 2013, esse índice foi de 14,8% – uma redução de 23% no número de voos atrasados. Somente nas três primeiras semanas da operação, os atrasos foram ainda menores: 10,4%.

As condições meteorológicas adversas em parte dos principais aeroportos do País, como os de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, contribuíram para o índice de atraso registrado em todo o mês de dezembro. O Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, por exemplo, fechou por várias horas nos dias 16 e 17, devido ao mau tempo.

“Mesmo assim os números foram positivos. Mostram que a operação saiu como planejada. Mesmo com as adversidades do tempo e maior número de passageiros em circulação, a operação nos aeroportos se deu de forma adequada”, avaliou o ministro Eliseu Padilha.

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