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terça-feira, 14 de julho de 2015

Mais de 400 manifestações de empresas mostram sucesso do programa de concessões, diz ministro

Mais de 400 manifestações de empresas mostram sucesso do programa de concessões, diz ministro
Serão concedidos os aeroportos de Fortaleza, Salvador, Florianópolis
 e Porto Alegre, com investimentos estimados em R$ 8,5 bilhões. 
O governo está otimista sobre o sucesso da captação de recursos do setor privado para a implantação do Programa de Investimento em Logística (PIL), afirmou nesta segunda-feira o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, em entrevista exclusiva ao Blog do Planalto, após participar de reunião de coordenação política com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto.

“A proposta do nosso governo, para buscar parcerias do setor privado para investimentos em logística, foi altamente bem-sucedida nessa primeira fase. Tivemos 314 pedidos para manifestação de interesse em elaborar o estudo de viabilidade da concessão na área das rodovias. Na área dos aeroportos, para quatro aeroportos apenas, [foram registrados] 92 pedidos. Portanto, temos convicção de que este programa ganha, nos primeiros passos, o rumo do sucesso”, afirmou Padilha. No caso das rodovias, 49 empresas ou consórcios pretendem elaborar os estudos sobre 11 rodovias, ao passo que 30 empresas desejam estudar a viabilidade das obras de 4 aeroportos.

Os editais de chamamento público foram publicados no dia 10 de junho no Diário Oficial da União (DOU). São 11 rodovias, que deverão contar com R$ 31,2 bilhões em investimentos, com trechos que somam 4.371 km, em todas as regiões. No Nordeste, na Bahia e Pernambuco; no Sudeste, em São Paulo e Minas Gerais e Rio de Janeiro; no Centro-Oeste, em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso; no Sul, em Santa Catarina e Rio Grande do Sul; e no Norte, em Rondônia.

No setor aeroportuário serão concedidos os aeroportos de Fortaleza (CE), Salvador (BA), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS), com investimentos estimados em R$ 8,5 bilhões.

Concessão de aeroportos

O ministro Eliseu Padilha lembrou que o governo teve uma experiência de muito sucesso no caso da concessão de aeroportos. Foram ouvidos, recentemente, mais de 150 mil passageiros, que falaram positivamente sobre esse tema.

“Tivemos um nível de ótimo e bom para mais de 81%, ou seja 81,4%. Para prestação de serviço público é um número altamente expressivo. E temos projeção de crescimento de 7% ao ano para os próximos 20 anos, uma vez que já crescemos mais de 10% nos últimos 11 anos”, comemorou.

Eliseu Padilha afirmou que a presidenta Dilma inovou ao criar uma nova forma de fazer a concessão dos aeroportos. “Nós não conhecíamos [essa forma]. A Infraero tinha exclusividade das operações aeroportuárias, até as concessões que aconteceram no primeiro governo da presidenta Dilma. Devemos dizer que, neste caso, especificamente, temos previsão de grande sucesso”.

Concessão x privatização
Sobre o tema concessão x privatização, o ministro explicou que existem sim importantes diferenças entre os dois processos.

“Quando buscamos a parceria do setor privado, para um processo de concessão, é bom que fique claro para o cidadão brasileiro, que se trata de um processo em que, findo o prazo em que teremos a parceria para a utilização, exploração ou operação aeroportuária, o aeroporto volta para a União, e ela vai ou explorar diretamente de novo, através da Infraero, ou leva a um novo processo de concessão. Portanto o bem continua sendo da União”. Já com a privatização, o bem é alienado e não volta mais para a União. “Essa distinção é muito importante”, enfatizou.




Fonte: Palácio do Planalto

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Viagem ao México rende frutos para Aviação Civil brasileira


O ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, acompanhado da presidenta Dilma Rousseff, esteve no final do mês de maio em viagem ao México para firmar parcerias comerciais. Um deles foi o Acordo de Serviços Aéreos entre os dois países. Ou seja, se uma empresa mexicana preferir ela pode fazer qualquer número de voos semanais para qualquer cidade brasileira. E vice-versa.

Eliseu Padilha viaja ao México com a presidenta Dilma Rousseff.
Eliseu Padilha viaja ao México com a presidenta Dilma Rousseff.

Eliseu Padilha viaja ao México com a presidenta Dilma Rousseff.
Eliseu Padilha viaja ao México com a presidenta Dilma Rousseff.

Eliseu Padilha viaja ao México com a presidenta Dilma Rousseff.
Eliseu Padilha viaja ao México com a presidenta Dilma Rousseff.

Eliseu Padilha viaja ao México com a presidenta Dilma Rousseff.
Eliseu Padilha viaja ao México com a presidenta Dilma Rousseff.

Eliseu Padilha viaja ao México com a presidenta Dilma Rousseff.
Eliseu Padilha viaja ao México com a presidenta Dilma Rousseff.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Brasil e México assinam acordo de serviços aéreos

Brasil e México assinam acordo de serviços aéreos
Eliseu Padilha foi em viagem oficial ao México com a presidenta.
O ministro Eliseu Padilha assinou, na terça-feira (26/05), com representantes do governo mexicano, o Acordo de Serviços Aéreos entre o Brasil e o México. A assinatura ocorreu por ocasião da visita da presidenta Dilma Rousseff ao país e busca atualizar para o contexto atual esse importante veículo de aproximação entre as duas nações.   

Foram obtidos avanços significativos no novo texto, em particular no que se refere à atualização com o marco regulatório brasileiro. Em relação à capacidade de tráfego, por exemplo, foi consagrado o regime de livre determinação para os serviços de transporte aéreo internacional mistos e exclusivamente cargueiros.

Ou seja, se uma empresa mexicana preferir ela pode fazer qualquer número de voos semanais para qualquer cidade brasileira. E vice-versa. A quantidade é livre, a partir de agora. A exceção é o par de cidades São Paulo (Guarulhos) e Cidade do México, onde as empresas aéreas designadas pelos dois países poderão operar até 12 frequências semanais, para os serviços mistos. O Brasil vai poder reservar 12 frequências nacionais para empresas brasileiras, no trecho, e o México, o mesmo número para empresas mexicanas.

O regime tarifário foi outra importante alteração no novo acordo. Anteriormente, as tarifas cobradas necessitavam de aprovação de ambos os países, a chamada “dupla aprovação”. O novo texto prevê que a tarifa será determinada no país de origem, com livre competição de mercado.

Finalmente, foi acertado um quadro de rotas aberto, eliminando as restrições do acordo anterior, permitindo, assim, liberdade às companhias aéreas de selecionar destinos em cada país, o que é uma tendência mais contemporânea. O acordo anterior fixava determinadas rotas, agora esse aspecto ganha mais flexibilidade.

“O acordo de serviços aéreos é um avanço para a conectividade entre os dois países, pois atualiza o instrumento bilateral em relação ao marco legal da aviação civil no Brasil”, explica João Lanari Bo, assessor especial para Assuntos Internacionais da SAC.

Relações bilaterais

As relações aeronáuticas bilaterais entre os dois países encontram-se regidas pelo Acordo de Serviços Aéreos assinado em maio de 1995, agregado de anexos negociados posteriormente. Em 2010 foram realizadas reuniões de consultas para o estabelecimento de um novo acordo. Em janeiro de 2011 as negociações foram concluídas e o novo acordo rubricado.

O Brasil é o segundo maior parceiro comercial do México, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. A ideia da presidenta Dilma Rousseff é aproveitar a viagem para conseguir elevar o patamar de investimentos mexicanos no País, hoje em US$ 23 bilhões por ano. Já o Brasil investe US$ 2 bilhões por ano no México. Dilma também deve assinar um memorando de entendimento de cooperação turística, entre outras parcerias.

Fonte: Secretaria de Aviação Civil

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Colunista Carolina Bahia - RBS Brasília - Zero Hora



Nota da jornalista Carolina Bahia publicada, no dia 10 de abril de 2015, na Zero Hora. 
Fonte: http://wp.clicrbs.com.br/carolinabahia/2015/04/10/manual/

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